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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Star Wars – A Melhor Ordem para Assistir os Filmes

Há muito tempo atrás em uma galáxia muito, muito distante...

Estou longe de ser uma expert quando o assunto é Star Wars, mas não há como negar que é grande estreia do ano, Star Wars Episódio VII O Despertar da Força. O mundo vibra com a volta de toda alegoria e magia de Guerra das Estrelas. Entretanto, existem aqueles que nunca assistiram nenhum filme dos 6 já lançados.

O que nos leva à grande questão: qual a melhor ordem para assistir os filmes? 
Seria a ordem de lançamento? A ordem episódica? Qual filme pode ficar de fora na maratona? O que é essencial em Star Wars? 

Para começar confira a lista dos filmes que existem até agora:

Episódio I – A Ameaça Fantasma (1999)
Episódio II – Ataque dos Clones (2002)
Episódio III – A Vingança dos Sith (2005)
Episódio IV – Uma Nova Esperança (1977) [Originalmente apenas Star Wars]
Episódio V – O Império Contra-Ataca (1980)
Episódio VI – O Retorno de Jedi (1983)
A Ordem por Episódio

Ordem: I, II, III, IV, V e VI

A trilogia de Star Wars composta pelos Episódios I, II e III, lançada entre 1999 e 2005, está longe de ser unanimidade entre os fãs da saga. De qualquer maneira, são filmes que fazem parte da história surgida ao mundo entre os anos 70 e 80.

Contudo, essa é a ordem menos recomendada, por perder algumas surpresas no decorrer da histórias e, ainda assim, deixar algumas pontas soltas.

A Ordem de Lançamento

Ordem: IV, V, VI, I, II e III

Essa é a mais popular, mas possui alguns defeitos.  cena final do episódio VI, em que aparecem os espíritos dos mentores de Luke e, ao lado de Obi Wan e Yoda, surge um jovem, acabou se tornando um dos grandes problemas. 
Ainda assim é melhor do que a por ordem de episódios.

Ordem Ernst Rister

Ordem: IV, V, I, II, III e VI

A ordem Ernst Rister foi criada para resolver todos esses problemas apresentados pelas ordens anteriores.
Desse modo você receberá todas as grandes revelações de O Império Contra-Ataca com grande surpresa e assistirá a nova trilogia como um flashback que aumentará ainda mais a ansiedade para o grande final. Sem falar que acaba com aquele probleminha causado pela remasterização do Senhor Lucas. Pessoalmente acho a ordem Rister uma boa pedida e ainda pretendo conferir a saga desse modo.

Ordem Machete

Ordem:  IV, V, VI, II e III 

Essa forma de se assistir à saga é praticamente idêntica à anterior, mas com uma mudança um pouco drástica: ignora-se o episódio I. Embora haja um certo exagero dos fãs, A Ameaça Fantasma é considerado o pior filme de toda a saga. O episódio I funciona muito melhor como um “extra”, do que como a fundação de toda saga. Nenhum personagem apresentado no episódio I tem muita relevância na série. Pode ser visto ou não, não faz diferença.
São essas as possibilidades. Já viu Star Wars, em qual ordem? Qual vocês acham melhor?

Tentei explicar da melhor forma possível, sem spoilers, em que consiste cada uma das ordens em que Star Wars pode ser assistido. Esse ano começa uma nova fase.
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

JUMANJI: AGORA VOCÊ PODE REALIZAR SEU SONHO DE CRIANÇA E TER SEU PRÓPRIO TABULEIRO!


Oi gente! Você já assistiu a Jumanji? O magnifico filme de 1995 estrelado por Robin Williams, um garoto que ficou preso dentro de um tabuleiro de jogos e é libertado 26 anos depois, já sendo um homem adulto. Se você assistiu a este filme quando pequeno, tenho certeza que sempre teve vontade de entrar na tela e jogar junto a este magnífico tabuleiro.

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Pois bem, venho hoje lhes contar que agora você pode! A artista e designer Gemma Wright criou uma réplica perfeita do tabuleiro! O objeto é impecável, tendo inclusive os peões representando animais e até mesmo o ‘desgaste’ que tinha no longa-metragem causado pelo passar dos anos… É incrível! E o melhor, você pode encomendar seu próprio jogo! Basta entrar em contato pelo e-mail gsurma@outlook.com e solicitar sua própria réplica, por lá ela passa os valores do objeto e frete… Porém já alertamos: É necessário preparar os bolsos… Hehe. Confira as fotos e surpreenda-se:










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jumanji-tabuleiro-venda-escrito-no-jardim-5jumanji-tabuleiro-venda-escrito-no-jardim-6jumanji-tabuleiro-venda-escrito-no-jardim-7jumanji-tabuleiro-venda-escrito-no-jardim-8jumanji-tabuleiro-venda-escrito-no-jardim-9jumanji-tabuleiro-venda-escrito-no-jardim-10jumanji-tabuleiro-venda-escrito-no-jardim-11jumanji-tabuleiro-venda-escrito-no-jardim-12jumanji-tabuleiro-venda-escrito-no-jardim-13Incrível, não acha? Eu queeeero!
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Catarinense abre a “No Destro”, a primeira loja virtual para canhotos no Brasil

Na década de 1970, havia uma loja na Rua dos Pinheiros, em São Paulo, que vendia artigos para canhotos. Lembro que a loja existiu por pouco mais de um ano. Não sei o nome dela loja e nem quais eram os produtos que ela vendia. Só fui ver outra loja assim recentemente em Orlando – a Lefty’s, em Downtown Disney. O mercado parece ser bem promissor. Cerca de 10% da população mundial é canhota e sofre para cumprir tarefas simples, como recortar uma folha de papel ou abrir uma lata.
Foi observando uma ex-namorada descascar – ou pelo menos tentar – uma laranja que o catarinense Ricardo Michels Silva, 27 anos, entendeu o martírio de uma canhota. “Vi o sufoco que ela passou e o quanto ela reclamava”, lembra Ricardo. Por coincidência, alguns dias depois, ele assistia ao episódio “Quando Flanders Falha” (Número 38 da 3º temporada), da série Os Simpsons, quando teve um estalo.
“Ned Flanders, vizinho de Homer, tinha uma loja de produtos para canhotos”, conta. “Resolvi pesquisar para ver se se existia alguma coisa parecida no Brasil”. Ricardo achou apenas duas lojas nos Estados Unidos e uma na Europa. O namoro acabou, mas, em fevereiro de 2015, ele abriu a No Destro – Produtos para Canhotos, a primeira loja virtual para canhotos do Brasil.
Ricardo é formado em Matemática pelo Instituto Federal Catarinense e gerencia o site sozinho. “Além de juntar o dinheiro para investir na loja, tive a maior dificuldade para encontrar os produtos”, conta. “Decidi focar, num primeiro momento, nos itens escolares e de alguns acessórios de cozinha, como abridor de latas.” Alguns objetos foram desenvolvidos por Ricardo, casos da régua, do caderno e da caneca.
Os produtos à venda na No Destro por enquanto são canetas (R$15,29 a R$ 39,89), réguas (R$2,49), abridor de latas (R$22,89), canecas (R$39,89), livros (R$24,99), cadernos (R$29,89), kits escolares (R$67,89), estiletes (R$10,69) e tesouras (R$31,29 a R$39-89). As tesouras são as campeãs de vendas disparado.
“Essa iniciativa é ótima!”, comemora a canhota Ana Paula Pigatto Alegre, 42 anos, professora de Língua Inglesa, Português e Redação. “Adoro ser canhota, me sinto diferente das outras pessoas, um tipo especial”, afirma. “Mas sofri muito na minha infância, na década de 70, quando muitas escolas forçavam a criança canhota a escrever com a mão direita” A relação de amor e ódio da professora com a condição de canhota começou cedo. “Tive que me adaptar em cadeiras para destros, sempre toda torta e com a folha praticamente de ponta-cabeça”.
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Retrato Falado: Charles Sobhraj, o Assassino do Biquíni


1. Sobhraj nasceu em 1944, em Saigon, atual Ho Chi Min, filho de uma camponesa vietnamita e um mercante indiano. Seu pai fugiu de casa logo após seu nascimento e a mãe se envolveu com um soldado francês. O garoto oscilou entre Paris, onde sofriabullying na escola, e Saigon, que na época era bastante violenta. Essas duas experiências teriam forte influência em sue comportamento
2. A família mudou-se de vez para Paris em 1953. Dez anos depois, Sobhraj foi preso pela primeira vez, por roubo. Na prisão de Poissy, nos arredores da cidade, começou a exercitar sua lábia: convenceu guardas a deixarem que lesse livros em sua cela. Depois de libertado, um rico voluntário o introduziu na alta sociedade, onde Sobhraj conheceu sua primeira paixão: Chantal Compangnon
3. Os dois se casaram logo após Sobhraj cumprir mais oito meses de prisão, por roubo de carro. Mas continuaram realizando crimes fiscais e lavagem de dinheiro, o que os forçou a fugir da França. Na Índia, sobreviveram roubando viajantes. Encarcerado após assaltar uma joalheria, o bandido realizou sua primeira fuga espetacular de uma prisão, fingindo ter apendicite
4. Sobhraj começou a atuar na Trilha Hippie, um caminho turístico alternativo entre a Europa e o Sudeste asiático. Acabou preso de novo e escapou usando a mesma tática de fingir doenças. Entre 1973 e 1974, fez um “tour do crime” com o irmão, André, no Oriente Médio e no Leste Europeu. Foram detidos em Atenas, mas Charles conseguiu fugir. André cumpriu 18 anos numa prisão turca
5. Passando-se portraficante de drogas, Sobhraj começou a usar sua habilidade de manipulação para montar uma gangue. Alguns, ele envenenava até ficarem fracos e aceitarem se juntar ao grupo em troca do antídoto. Outros, ele convencia na lábia. Se precisasse ganhar a confiança do candidato, “encontrava” miraculosamente os documentos dele, que ele mesmo havia surrupiado antes
6. Dois parceiros viraram seu braço-direito: a canadense Marie-Andreé Leclerc e o indiano Ajay Chowdhury. Sua primeira vítima fatal, a turista norte-americana Teresa Knowlton, foi encontrada afogada em uma praia na Tailândia, em 1975. A segunda, a norte-americana Jennie Bollivar, também foi afogada. A semelhança entre as roupas de banho das duas rendeu motivou o apelido de “Assassino do Biquíni”
7. De 1972 a 1976, o grupo cometeu entre 12 e 24 assassinatos em cinco países da Trilha Hippie. O golpe era sempre parecido: localizavam trilheiros que pareciam estar perdidos, depois enganavam e matavam. O trio de líderes até chegou a ser apreendido e julgado em Bangkok, mas acabaram sendo absolvidos, pois o governo temia que o caso afetasse oturismo na Tailândia
8. Em julho de 1976, Sobhraj errou na dosagem ao tentar envenenar franceses em Nova Dehli, na Índia. As vítimas puderam reagir e conseguiram rendê-lo. Ele finalmente foi detido e condenado, mas, com subornos, levou uma vida com regalias ecomida gourmetna prisão. Até conseguiu sair pela porta da frente! Voltou duas semanas depois e foi libertado, legalmente, em 1997
QUE FIM LEVOU? Numa viagem ao Nepal em 2003, foi detido e condenado à prisão perpétua pelos crimes ainda não julgados que havia cometido no país

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Primeira pesquisa mundial sobre religião e ciência tem resultados surpreendentes

Será que todos os cientistas são ateus? Eles acreditam que religião e ciência podem coexistir? Ou acham que as duas coisas são conflitantes?
Enquanto existem muitas assunções e sensos comuns sobre o tema, uma nova pesquisa resolveu tirar esse assunto a limpo, e seus resultados foram surpreendentes.
O método
Esse foi o primeiro estudo mundial – e o maior – sobre como os cientistas veem a religião, conduzido pela Universidade Rice, dos Estados Unidos.
Os pesquisadores recolheram informações de 9.422 entrevistados em oito regiões do mundo: França, Hong Kong, Índia, Itália, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA. Eles também viajaram a estas regiões para realizar entrevistas em profundidade com 609 cientistas.
Ao entrevistar cientistas em várias fases da carreira, nas aéreas de biologia e física, em instituições de elite e não de elite, os pesquisadores esperavam ter uma visão representante dos cientistas sobre religião, ética e como ambas se cruzam com seu trabalho científico.
Os resultados desafiam os pressupostos de longa data sobre a dupla ciência-fé. Enquanto é comumente assumido que a maioria dos cientistas são ateus, a perspectiva global do estudo mostra que esse simplesmente não é o caso.
Descobertas
“Mais da metade dos cientistas na Índia, Itália, Taiwan e Turquia se identificaram como religiosos”, disse a principal autora do estudo, Elaine Howard Ecklund, diretora do Programa de Religião e Vida Pública da Universidade Rice. “E é impressionante que existem aproximadamente o dobro de ‘ateus convictos’ na população geral de Hong Kong (55%), por exemplo, em comparação com a comunidade científica nesta região (26%)”.
Os pesquisadores descobriram que os cientistas geralmente são menos religiosos do que uma dada população em geral. No entanto, houveram exceções: 39% dos cientistas em Hong Kong se identificam como religiosos em comparação com 20% da população geral de Hong Kong. Além disso, 54% dos cientistas em Taiwan se identificam como religiosos em comparação com 44% da população geral de Taiwan.
Quando perguntados sobre os conflitos entre religião e ciência, apenas uma minoria dos cientistas em cada contexto regional disse acreditar que ciência e religião estejam em conflito.
No Reino Unido – um dos países mais seculares do estudo -, apenas 32% dos cientistas caracterizaram a intersecção entre ciência e fé como conflituosa. Nos EUA, este número foi de apenas 29%.
Por fim, 25% dos cientistas de Hong Kong, 27% dos cientistas da Índia e 23% dos cientistas de Taiwan acreditam que ciência e religião podem coexistir e ser usadas para ajudar uma a outra.
Nuances

Além dos resultados quantitativos do estudo, os pesquisadores descobriram nuances nas respostas dos cientistas durante as entrevistas em profundidade.
Por exemplo, numerosos cientistas expressaram que a religião pode fornecer uma “base” em áreas eticamente cinzentas. “Religião fornece uma base naquelas ocasiões em que você pode ficar tentado a tomar um atalho porque deseja ter algo publicado e pensa: ‘Oh, essa experiência não foi boa o suficiente, mas se eu retratá-la desta forma, vai parecer que sim’”, exemplifica um professor de biologia do Reino Unido.
Outro cientista disse que o ateísmo tem vertentes, algumas das quais incluem tradições religiosas. “Eu não tenho nenhum problema de ir à missa, é uma coisa cultural”, disse um físico do Reino Unido que por vezes frequenta a igreja porque sua filha canta no coral. “Não tenho fé religiosa, mas não me preocupa que a religião ainda exista”.
Finalmente, muitos cientistas mencionaram que convivem com visões religiosas de colegas ou alunos. “Questões religiosas são muito comuns aqui, todo mundo fala que templo frequenta, a qual igreja costuma ir. Portanto, não é realmente um problema que precisa ser escondido”, disse um professor de biologia de Taiwan.
Aplicações
Ecklund disse que o estudo tem muitas implicações importantes que podem ser aplicadas a processos de contratação de universidades, na estruturação de salas de aula e laboratórios e em políticas públicas gerais.
“A ciência é um empreendimento global”, afirma a pesquisadora. “E enquanto a ciência for global, então temos de reconhecer que as fronteiras entre ciência e religião são mais permeáveis do que a maioria das pessoas pensa”.

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A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE: DESCUBRA CINCO CURIOSIDADES INIMAGINÁVEIS SOBRE O FILME

Oi gente! Com certeza você já assistiu ao clássico musical “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, um filme que ensina que, na verdade, o que vale é ter um coração puro e simples, nem todo o dinheiro, fama ou poder do mundo podem substituir a pureza, gentileza e simplicidade. Este filme marcou a infância de diversas gerações, seja o original ou o remake. Por isso, hoje resolvi trazer 5 incríveis curiosidades do original A Fantástica Fábrica de Chocolates e deixo um spoiler: Elas são incríveis!
5. Lembra da cena em que Willy Wonka surge com um veículo diferenciado e bastante extravagante repleto de tubos e uma enorme caldeira? Pois é, este mesmo veículo cuspia seu combustível em formato de espuma nos passageiros, o problema foi que a equipe de cenário utilizou espuma de extintor e não percebeu que, talvez, esta não fosse a espuma ideial para a pele. E foi o que aconteceu: Todos os atores, até mesmo as crianças, tiveram que receber tratamento médico para alergias que se formaram em sua pele.
4. Que criança não sonhava em ficar presa na conhecida “Sala de Comer” onde todos os objetos eram comestíveis? Eu queria! O que na época não sabíamos é que realmente, quase tudo dentro do set de filmagens era comestível! Podia-se comer até mesmo o Rio de Chocolate, que era uma mistura de cacau, creme e água. Porém, o mais estranho de tudo isso é que quase tudo era comestível, menos a xícara que Willy Wonka come em cena! Esta era feita de cera e teve de ser cuspida quando o ângulo da câmera era trocado.
3. Lembra do túnel psicodélico que os visitantes da Fantástica Fábrica de Chocolates são obrigados a entrar? Pois é, parece que a velocidade da embarcação unidas as imagens bizarras, luzes piscantes e um anfitrião completamente surtado não fez mal apenas para os que assistiam a cena. Segundo a atriz Denise Nickerson, os atores que participaram da cena ficaram realmente apavorados com tudo aquilo e até acreditaram que Gene Wilder, o Willy Wonka, havia surtado dentro do barco.
2. Você sabia que o longa teve que mudar seu nome? A principio, o título seria “Charlie & the Chocolate Factory” exatamente como no livro de Roald Dahl, porém teve de ser trocado para “Willy Wonka & the Chocolate Factory”, isto porque o filme passou por um grande trabalho de marketing antes de entrar em cartaz e uma das grandes campanhas foi a venda das barras Wonka que foram produzidas pelo patrocinador Quaker Oats, portanto era necessário promover o nome “Wonka”. Outra curiosidade interessante é que um lote de quase uma tonelada de chocolates teve que ser retirado dos mercados, isto porque a receita do doce deu tão errado que todas elas derretiam muito facilmente antes mesmo de serem compradas.
1. E agora, a mais bizarra curiosidade desta lista! Você sabia que os produtores tiveram extrema dificuldade para encontrar pessoas pequenas que pudessem interpretar os Oompa Loompas? Isto porque o filme foi gravado em Munique, na Alemanha, e durante o período do regime nazista infelizmente milhares de pessoas incomuns e com deficiência foram assassinadas. A maioria dos atores que interpretaram nossos pequenos amigos não sabia falar inglês e acharam extremamente difícil aprender a língua para cantar as músicas do longa. Em várias cenas é possível perceber que eles erravam as letras das canções. Outra informação interessante é que a cena final teve de ser gravada 50 vezes até que, finalmente, desse certo.
Curiosidades incríveis, você não acha? Conhece mais alguma? Deixe aqui nos comentários! Vamos conversar.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Que drogas já foram consideradas remédio pela medicina?


Viciado em xarope
Seu filho está tossindo muito? Que tal um xarope de heroína? Sim, ele existiu na virada do século 19 para o 20. O descobridor da substância, o químico Felix Hoffman, notou que ela tinha boas propriedades anestésicas. A heroína substituiu a morfina nessa função até 1910, quando foi proibida devido a seu alto poder viciante
Walter White aprovou
Sintetizada em 1919 por um químico japonês, a metanfetamina era usada por soldados durante a 2ª Guerra Mundial que queriam combater a fadiga e manter-se alerta. Adolf Hitler era um grande adepto. Em hospitais, a droga em forma de cristais era indicada para epilepsia, déficit de atenção, depressão e até alergias
Liga/desliga
A cocaína fazia sucesso no século 19 e era recomendada até por Freud. O pai da psicanálise defendia seu uso como estimulante, anestésico e afrodisíaco ou para sanar problemas digestivos, asma e até alcoolismo. Vários laboratórios da época fabricavam remédios à base de cocaína – de tônicos a pastilhas para dor de dente
Calminha, calminha…
O ópio, extraído da semente de papoula, ainda é usado como anestésico para dores crônicas. Mas, há 100 anos, ele tinha fins terapêuticos bem duvidosos. O xarope Mrs. Winslow, por exemplo, era indicado para acalmar crianças agitadas! Já o vapor do ópio puro, aquecido em uma panela, servia como inalação para asmáticos
Sabedoria indígena
No Brasil, por volta de 1920, era fácil encontrar tabacarias que vendiam os milagrosos “Cigarros Índios”, que prometiam acabar com tosse, rouquidão, asma e insônia. Era nada menos que maconha, que se tornou proibida no país em 1930. Desde então, há várias discussões a respeito de sua legalização para uso medicinal
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Évian Conference

Nós vivemos uma nova crise de refugiados no mundo, com pessoas desesperadas fugindo de seu país, não em busca de uma vida melhor, mas sim em busca da simples sobrevivência. Esse mesmo problema antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Os judeus sabiam que estavam a beira de uma catástrofe e muitos iniciariam sua fuga para locais onde os alemães não pudessem lhe pegar. Mas essa fuga desesperada foi barrada por quem você menos espera:
A guerra era óbvia, os judeus estavam ameaçados pelos avanços nazistas e a única maneira de sobreviver era fugir dos países da Europa Central, para longe das câmaras de gás. Isso criou um movimento de milhares de pessoas refugiadas. Exatamente como vemos acontecendo com os sírios hoje em dia.
Vendo esse problema aumentar exponencialmente, os principais países se reuniram em uma conferência chamada Évian Conference. A ideia era determinar um rumo para judeus e abrir portas para que eles pudessem fugir da morte certa. Da mesma maneira do que na Segunda Guerra Mundial, os EUA e os britânicos comandaram a reunião.
A conferência ocorreu entre os dias 6 e 15 de julho de 1938, em Évian-les-Bains, na França. Os judeus da França e Alemanha estavam esperançosos de uma grande vitória política, acreditando que as portas de diversos países se abririam para os refugiados. Os EUA era visto como o estandarte da liberdade e todos acreditavam que ele seria o primeiro a abrir suas portas e, dessa maneira, os demais seguiram o principal líder político mundial.
Até mesmo Hitler acreditou que os judeus seriam levados e deu a seguinte declaração:
Eu só posso esperar e esperar que o outro mundo, que tem tamanha simpatia por esses criminosos [judeus], será, pelo menos, generoso o suficiente para converter essa simpatia em ajuda prática. Nós, de nossa parte, estamos prontos para colocar todos esses criminosos à disposição destes países, por tudo que me importa, mesmo em navios de luxo.

Hitler estava disposto a mandar os judeus embora e agora bastava que os outros países do mundo abrissem suas portas. Mas não foi isso que aconteceu.
Os EUA tinham rígidas leis sobre abrir as portas para refugiados e os britânicos não queriam encher seu país de estrangeiros sem ganhar nada em troca. Vendo os dois principais líderes políticos e militares virando as costas para os judeus, o resto do mundo fechou suas portas e condenaram todos os judeus ao terror nazista.
Sem ajuda de nenhum país do mundo, os judeus ficaram sozinhos e sofreram o maior massacre da história da humanidade. Tudo porque dois países que comandavam o mundo ocidental não quiseram abrir as portas para que essas pessoas sobrevivessem. Certamente os nazistas são os culpados pelo massacre dos judeus no Holocausto, mas todos os outros países têm suas mãos sujas, pois eles tiveram a oportunidade de diminuir o tamanho desse massacre, mas foram egoístas demais para salvar seus iguais. Esperamos que isso não ocorra novamente.

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Imagens Chocantes de Chernobyl




































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