terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Em carta-desabafo a Dilma, Temer diz que foi desprezado
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Mulher entra em até 400 sorteios por dia e fatura R$ 200 mil em um ano
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Conheça as 7 proibições mais bizarras do mundo
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
O CASO DE SHANTI DEVA – REENCARNAÇÃO?

Monge chinês é descoberto dentro de uma estátua de Buda
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Saga "De Volta para o Futuro" retorna aos cinemas e ganha novo curta-metragem
Para celebrar os 30 anos da saga, a Rede Cinemark exibirá uma maratona com os três filmes da série, em sessões seguidas, no 21 de outubro, em 19 cidades brasileiras. A data é icônica e não poderia ser mais adequada: foi quando Marty Mcfly (Michael J. Fox) chegou ao futuro, no ano de 2015, em De Volta para o Futuro II.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
10 frases inspiradoras surpreendentemente ditas por pessoas horríveis
“Palavras constroem pontes em regiões inexploradas” – Adolf Hitler
“Aquele que deixa de ser melhor deixa de ser bom” – Oliver Cromwell
“É preciso menos coragem para criticar as decisões dos outros do que para defender a sua própria” – Átila, o Huno
“Impossível é uma palavra encontrada somente no dicionário dos tolos” – Napoleão Bonaparte
“O verdadeiro forte não tem necessidade de provar isso para os falsos” – Charles Manson
“Eu acredito em só uma coisa, o poder da vontade humana” – Joseph Stalin
“Um homem tem que fazer pelo menos uma aposta por dia, ou ele poderia estar com sorte e nunca saber” – Jim Jones
“Incontáveis milhões que já caminharam sobre a Terra antes de nós passaram por isso, assim que esta é apenas uma experiência que todos nós compartilhamos” – Ted Bundy
“É melhor viver um dia como um leão do que cem anos como uma ovelha” – Benito Mussolini
“Não beba, não fume, você deve exercitar e comer vegetais e frutas” – Robert Mugabe
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Cadela cruza cidade do interior de SP com carne na boca para dar a filhotes
Uma cadela de rua comoveu moradores da pequena cidade de Ariranha (SP), cidade com pouco mais de oito mil habitantes. Ela deu cria em um buraco e fazia uma verdadeira maratona para alimentar os filhotes, até que o segredo foi descoberto por um comerciante que a alimentava e os filhotes foram resgatados.
“Menina”, nome que o comerciante João Teodoro deu para a cachorrinha, aparecia há um mês, todos os dias, na mercearia onde ele trabalha. Em pouco tempo, ela conquistou o carinho de todos os funcionários. “Ela ficava com a gente, brincava bastante, ela se acostumou com a nossa presença porque a gente cuidava dela, é muito carinhosa”, afirma.
Sempre quando chegava, a cadelinha estava cansada e com fome. O comerciante Jucimar Teodoro, que é dono do mercado, passou a oferecer carne, pelo menos três vezes ao dia. “Ela ficava louca com tanta comida, comia muito, vinha umas quatro vezes por dia aqui. Dava impressão que estava com muita fome”, diz.
Mas João começou a perceber algo diferente no comportamento da cadela. Depois de comer, ela enchia a boca de carne e ia embora. “Ela enchia a boca e ia embora levando a carne. Foi quando eu comecei a desconfiar de algo errado e fui sondar o que acontecia”, afirma João.
Curioso, ele seguiu os passos de Menina. Juntos, eles atravessaram a cidade e cruzaram até uma rodovia, em um trajeto que levou meia hora. Segundo ele, a cachorra parecia ansiosa, como pressa de chegar ao local. A caminhada de quase dois quilômetros o levou a descobrir porque todos os dias a vira-lata saia da mercearia com a boca cheia de carne. No local, estavam os filhotes, que ela alimentava com a carne que conseguia.
Em um esconderijo improvisado, no meio de um barranco de 4 metros, a mãe protegia a ninhada, que não conseguia sair do local. Para chegar até os cachorrinhos, João precisou chamar o Corpo de Bombeiros. “O resgate foi complicado. Os bombeiros desceram o barranco e com medo, os filhotes se calaram. Sem barulho, foi difícil encontrá-los. Só quando eles começaram a chorar conseguimos localizá-los”, diz Marta Félix, protetora de animais e que acompanhou o resgate.
Vice-presidente de uma ONG protetora de animais, Roseli Gutierrez já conhecia a história da cadela. “Essa cachorrinha apareceu no centro da cidade prestes a dar à luz, mas antes de a gente conseguir fazer alguma coisa, ela sumiu”, afirma Roseli.
Comovida, Roseli não pensou duas vezes e levou “Menina” e os filhotes para casa dela. No novo lar, bem mais confortável que o antigo, eles recebem água e comida à vontade, uma recompensa pequena perto do exemplo tão verdadeiro de amor e generosidade. “Essa é uma história que teve um final feliz, mas não é isso que acontece com a maioria dos animais abandonados, que morrem queimados nos canaviais ou atropelados”, afirma. Tanto a cadela quanto os sete filhotes passam bem e serão doados depois que desmamarem.
by: G1
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Ela buscava um marido milionário e recebeu uma resposta incrível
Leia a mensagem publicada pelo jornal:
"Eu sou uma garota linda (eu diria muito bonita), 25 anos, bem educada e eu tenho classe. Quero me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano.
Há algum homem neste site que ganhe US$ 500.000 ou mais? Quem sabe alguma esposa de alguem que ganhe acima desse valor pudesse me dar alguns conselhos.
Eu estive envolvida com homens que ganhavam até US$ 250 mil. E US$ 250 mil não vai me fazer morar no Central Park West.
Conheci uma mulher, na minha clase de yoga, que se casou com um banqueiro e hoje ela vive em Tribeca. E ela não é tão bonita quanto eu ou inteligente. Então, o que ela fez para conseguir isso e eu não? Como posso chegar ao nível dela?
Rafaela S."
A resposta veio rapidamente, e foi com uma surpresa. Quem respondeu o anúncio foi, na verdade, um milionário interessado, mas provavelmente não do jeito que a jovem esperava.
Com muita ousadia, o homem usou seu conhecimento nos negócios para oferecer a jovem um contrato, que segundo ele, seria bom para ambos.
Leia a carta enviada pelo milionário:
"Eu li sua carta com grande interesse, pensei cuidadosamente em seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiro, eu não estou perdendo tempo, porque eu ganho mais de US$ 500 mil por ano. Dito isto, considero os fatos da seguinte forma: O que você oferece, visto da perspectiva de um homem como você quer, é simplesmente um péssimo negócio.
Aqui está o porquê: Deixando de lado rodeios, o que propomos é um negócio simples: você coloca sua beleza física e eu coloco o dinheiro.
Proposta clara, sem recessos. No entanto, há um problema. Certamente, sua beleza vai desaparecer, e um dia isso vai acabar, e muito provavelmente o meu dinheiro vai continuar crescendo.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo que sofre depreciação e eu sou um ativo que paga dividendos.
Esclarecendo ainda mais, você tem hoje 25 anos e vai continuar a ser bonita durante os próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano, e de repente, quando for você comparar com uma foto de hoje, verás que já está envelhecida.
Isto significa que agora você está "up" no momento ideal para ser vendida, não para ser comprada.
Usando a linguagem de Wall Street, agora você está em "posição de negociação" (posição para comercializar), e não de "buy and hold" (comprar e manter), que é o que você está oferecendo.
Portanto, ainda em termos comerciais, o casamento (que é um "buy and hold") com você não é um bom negócio a médio e longo prazo, mas o aluguel pode ser comercialmente razoável para um negócio para nós dois discutirmos.
Acho que por certificadora como "bem educada, elegante e maravilhosamente bonita" é, eu, provável futuro locatário dessa "máquina", quero o que é uma prática comum nos negócios: fazer um teste ou como você preferir um "test drive ..." para concretizar o negócio.
Em suma: como comprar um mau negócio se sua desvalorização crescente? Então eu sugiro alugá-la no momento em que o material está em bom uso. Espero notícias suas. Me despeço cordialmente.
Atenciosamente: Um milionário"
by: Mais Goiás
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Família canadense resolve viver por um ano como se estivessem em 1986
Geralmente o ser humano possui a tendência a odiar/temer o que não entende, o que invariavelmente acaba se aplicando toda vez que uma nova tecnologia se tora disponível. Foi assim com o gás, a energia elétrica, rádio, TV, internet, smartphones… basta ver a origem do movimento ludista, que remonta ao início da Revolução Industrial há 200 anos.
As desculpas são basicamente as mesmas: perda de empregos, método não natural, desumanização da convivência entre outras pessoas. Geralmente esquecem de perceber os benefícios e só apontam defeitos. Às vezes aparecem experimentos interessantes, como foi o caso do editor do The Verge John Miller que se desconectou completamente por um ano inteiro. Outros mais extremos usam o argumento do “no meu tempo”, que é o caso de Blair McMillan, um canadense de 26 anos que ao notar que seus filhos passavam tempo demais com seus gadgets e tempo de menos brincando de forma saudável, tomou uma decisão radical: por um ano ele, sua esposa Morgan Patey de 27 anos e os filhos de cinco e dois anos viverão completamente como se estivessem em 1986, ano escolhido por ser o que ambos nasceram.
Note, isso se estende a tudo: eles tiram fotos com uma câmera de filme comum, assistem filmes no videocassete e ouvem música apenas em fitas cassete, nem mesmo CDs escaparam. Videogames? As crianças escaparam por pouco, podendo jogar Super Mario Bros. em um NES (que fora lançado no ocidente em 1985). Na hora de viajar nada de GPS: eles usam mapas e guias impressos, e fazem consultas em uma coleção de enciclopédias… da década de 60.
O experimento é tão levado à risca que as visitas são obrigadas a entrar no esquema: Blair confisca smartphones e outros gadgets e só os devolve quando a pessoa vai embora. Ele inclusive se “vestiu” a caráter, chegando a cultivar mullets.
Blair não se considera um neo-ludita e diz que o experimento não é por odiar a tecnologia, mas “para provar que é possível viver dessa maneira e dar aos nossos filhos uma chance de experimentar isso. Claro que nem tudo é perfeito, sua esposa Patey por exemplo usa um computador no trabalho. Além do mais eu tenho certeza que no primeiro problema de saúde que alguém apresentar (crianças sem ir no médico por um ano? Duvido!) o discurso vai pra vala, afinal quem é que vai querer passar por um tratamento igual ao da época?
by: The Register.
































