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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Scott Weiland é encontrado morto dentro de ônibus nos EUA

Cantor e ícone do grunge, de 48 anos, estava em turnê em Minnesota.
Ele é ex-vocalista das bandas Stone Temple Pilots e Velvet Revolver.

Scott Weiland, de 48 anos, ex-vocalista do Stone Temple Pilots e do Velvet Revolver, foi encontrado morto na noite desta quinta-feira (3), dentro do ônibus que sua banda, a Scott Weiland & the Wildabouts, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos.

O grupo estava em turnê. Weiland é considerado um dos cantores mais conhecidos da cena grunge, que revelou bandas como Nirvana, Pearl Jam e Soundgarden.
O empresário do cantor, Tom Vitorino, confirmou a morte do músico para a agência de notícias Associated Press. Não há ainda informações sobre a causa da morte. Segundo o site TMZ, Weiland lutava contra o abuso de drogas e álcool há anos.
"Não consigo lidar com a morte dele", disse Jamie Weiland, viúva do músico, ao jornal "Los Angeles Tribune". Artistas e amigos do roqueiro lamentaram a morte, nas redes sociais. O guitarrista Dave Navarro, ex-Red Hot Chili Peppers, disse: "Tão precoce. Não é a minha perda, é a nossa perda". O também guitarrista Slash, que tocou com Weiland no Velvet Revolver, falou que esta sexta era "um dia triste".
Cantor estava em turnê
No perfil do cantor no Facebook uma nota confirmou a morte. “Scott Weiland morreu enquanto dormia durante uma parada do ônibus na turnê em Bloomington, no estado de Minnesota, com sua banda, The Wildabouts. Neste momento, pedimos que a privacidade da família de Scott seja preservada”, diz o comunicado.

Ídolo do grunge
O cantor nascido na Califórnia, que havia admitido uma longa história de abuso de substâncias, foi expulso do Stone Temple Pilots em 2013 por "comportamento destrutivo", segundo o advogado de seus companheiros no grupo. Ele também se apresentou com a banda Velvet Revolve por vários anos.

Weiland era conhecido por seus vocais guturais e o cabelo tingido de vermelho, e foi um símbolo da era grunge na década de 1990 como vocalista e letrista dos Stone Temple Pilots. Hábil em alterar seu estilo vocal, ele às vezes cantava através de um megafone em shows.
O Stone Temple Pilots, banda mais importante de Weiland, surgiu em 1989 na cidade americana de San Diego, na Califórnia, fazendo rock alternativo com influências do grunge. Ficou ativa até 2002 e os integrantes voltaram em 2008. A banda continou na ativa após a saída de Weiland, com Chester Bennington (do Linkin Park) nos vocais.
by: G1
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Dica Musical para encerrar a semaninha




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Papa lança CD com rock e cantos gregorianos


O papa Francisco divulgou nesta sexta-feira (25) a primeira faixa de seu CD de rock. Não, você não leu errado: o pontífice prepara uma incursão ao cenário musical, puxando os vocais do álbum "Wake Up!".
Nas 11 faixas, compostas por outros artistas, que vão de rock a cantos gregorianos, Francisco declama cânticos em italiano, espanhol inglês e português.
O diretor artístico Giulio Neroni -que trabalhou com os predecessores de Francisco, João Paulo 2º e Bento 16 - produziu o álbum.

"Tentei manter [o álbum] fiel à personalidade do papa Francisco: o papa do diálogo, das portas abertas, da hospitalidade. Por esse motivo, a voz dele em 'Wake Up!' dialoga com a música e a música contemporânea (rock, pop, latina etc) dialoga com a tradição cristã dos hinos sagrados", declarou Neroni à "Rolling Stone".
Em "Wake Up! Go! Go! Forward!", primeira canção divulgada do álbum, Francisco declama parte do discurso feito na Coreia do Sul no ano passado sob um acompanhamento lento de guitarra -para a "Billboard" americana, a faixa possui elementos do rock progressivo da década de 70.
"Acorde/ O Senhor fala de uma responsabilidade que o Senhor lhe dá/ É um dever ser vigilante; não permitir que as pressões, as tentações e os pecados diminuam nossa sensibilidade à beleza da santidade", diz Francisco no single.
A música lenta foi escrita por Tony Pagliuca, veterano da cena musical e criador da banda Le Orme, que nos anos 1970 fez giros na Itália e no Reino Unido.
"Quando Giulio Neroni me pediu para colaborar nesse CD, aceitei imediatamente com entusiasmo. Colocar minha música à serviço das palavras e da voz do papa Francisco tem sido uma experiência fantástica e um desafio muito interessante", disse.

"Wake Up!" tem lançamento marcado para 27 de novembro e já pode ser encomendado no iTunes. Confira as faixas:
1. "Annuntio Vobis Gadium Mangum"
2. "Salve Regina"
3. "Laudato Sie"
4. "Poe Que' Sufren los Ninos"
5. "Non Lasciatevi Rubare la Speranza!"
6. "La Iglesia No Puede Ser Una Ong!"
7. "Wake Up! Go! Go! Forward!"
8. "La Fa Es Entera, No Se Licua!"
9. "Pace! Fratelli!"
10. "Per La Famiglia"
11. "Fazei o Que Ele Vos Disser"

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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Dica Musical Para Começar a Semana com Toda Positividade


Planta e Raiz - Tão Linda

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terça-feira, 3 de março de 2015

Morre o cantor sertanejo José Rico, da dupla com Milionário

Morreu nesta terça-feira (3) o cantor sertanejo José Rico, da dupla com Milionário, informou a assessora de imprensa Amália Barros, que é sobrinha de Milionário, em seu perfil no Instagram.

"O maior de todos se foi... O mito, a melhor voz desse país! Meu coração está despedaçado... Muito muito triste. Obrigada por tudo, Zé Rico! Me sinto privilegiada de ter convivido um pouco com você!", escreveu a assessora.

"José Rico Alves dos Santos foi internado hoje de manhã em Americana (SP) com complicações no coração, rins e joelho e não resistiu", diz a página da dupla no Facebook.

By: g1


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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Morre o cantor Jair Rodrigues

RIO - O cantor Jair Rodrigues morreu nesta quinta-feira em São Paulo, aos 75 anos. O músico estava em sua casa, em Cotia, na grande São Paulo e a causa da morte ainda não foi anunciada. O músico ganhou o Brasil ao interpretar a hoje clássica "Disparada", de Geraldo Vandré, vencedora do II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, junto com "A banda", de Chico Buarque.

Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava, interior de São Paulo, em 6 de fevereiro de 1939. Depois de passar a infância e adolescência cantando em corais de igreja, começou a carreira profissional como crooner de casas noturnas, em 1957. No ano seguinte, participou de seu primeiro concurso de calouros.

Na década de 1960, mudou-se para São Paulo, onde trabalhou como engraxate, mecânico, servente de pedreiro e ajudante de alfaiate, enquanto tentava se estabelecer na música. Começou a se destacar cantando sambas.

Seu primeiro sucesso foi "Deixa isso pra lá", lançada em seu segundo disco, "Vou de samba com você", de 1964. Considerada a precursora do rap nacional, por conta do refrão falado, foi eternizada pela clássica coreografia que o cantor fazia com as mãos.

Em 1965, Jair substituiu Baden Powell num show no Teatro Paramount, em São Paulo. Foi quando dividiu o palco pela primeira vez com a também estreante Elis Regina, que viria ser sua parceira profissional. Juntos, lançaram o disco "Dois na bossa". O sucesso do álbum levou os dois a formar a dupla Jair e Elis, que assumiram o programa “O fino da bossa”, da TV Record.

O canto poderoso e a simpatia garantiram sua popularidade nos anos seguintes, gravando discos e participando de festivais, além de fazer shows em países como Portugal, Alemanha, França, Itália, Estados Unidos e Japão. Com formação de crooner, versátil, passou por diversos gêneros, sem nunca se distanciar do samba, em álbuns como "Jair de todos os sambas" (1969), "Festa para um rei negro" (1971) e "Antologia da seresta" (1979), "Lamento sertanejo" (1991) e "A nova bossa" (2004). Jair Rodrigues - Fotos

Em 2006, o artista foi o grande homenageado do Prêmio Tim de Música, numa festa no Teatro Municipal. Na noite, foram lembrados seus sucessos, cantados por duplas como Germano Mathias com Roberta Sá e Alcione com Diogo Nogueira. O tributo teve ainda "Zigue zague" com Rappin' Hood - com quem Jair gravara "Disparada" em versão rap no ano anterior - e "Deixa isso pra lá" em ritmo de tamborzão com Lulu Santos.

Jair deixa a mulher Clodine e dois filhos, os também músicos Jair Oliveira e Luciana Mello.
 

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A banda Catedral e o juízo gospel

Apesar te haver me convertido ao cristianismo de tradição protestante antes mesmo de começar a escrever profissionalmente, sempre fui desconfiado de qualquer coisa parecida com o que é conhecido como segmento “gospel”. Nunca cogitei me alinhar com tal target nem como profissional muito menos como consumidor e, se você me permite generalizar, sempre achei que a música evangélica era, no fundo, uma saída fácil para que artistas sem chance no mundo pop pudessem dar seus autógrafos, ter seus produtos licenciados e viver seu sonho de star. O chamado “rock gospel” do início dos anos 1990 não diminuiu minha antipatia, muito pelo contrário. Música para mim sempre foi assunto sagrado demais para ser profanada por pseudos.
Mas aconteceu que em 1999 a gravadora WEA anunciou a contratação do grupo carioca Catedral, embalado naqueles típicos projetos de marketing vergonhosos vindos de grandes gravadoras: a multinacional queria oferecer a banda como uma espécie de substituta da Legião Urbana, especialmente do lado mais espiritualizado e “conselheiro” da banda de Brasília – dali alguns anos, de fato contrataria o tecladista da Legião, Carlos Trilha, para produzi-los e reforçar a conexão. Do lado do quarteto evangélico, o desejo declarado era romper com o mercado dito gospel e avançar para o mercado dito secular, passo que se anunciava já havia alguns anos, em músicas cuja temática religiosa eram mascaradas em letras de amor.
O Catedral havia surgido em 1988 fazendo um som que em nada lembrava a Legião nem suas matrizes estéticas. Mas encontrou seu nicho de mercado no mesmo balaio que deu certa (má) fama ao grupo Cogumelo Plutão, por exemplo, o de pretensos estepes do grupo de Brasília. Em tempos em que o “serviço de implantação de novos produtos no mercado” andava de vento em popa entre as gravadoras e as rádios, a música “Eu quero sol nesse jardim” já tocava em FMs jovens.  Nem a Legião Urbana soaria tão caricaturalmente Legião Urbana quanto naquela balada de violãozinho com vocal empostado e letra sobre jardins, luz da manhã e azul do céu. Marcelo Bonfá chamou o grupo de “cópia paraguaia”; Dado Villa-lobos de “Denorex” (o xampu do slogan “parece, mas não é”).
Recebi o disco na redação da Usina do Som e encomendei ao talentoso repórter Ricardo Pieralini que visitasse o Catedral e descobrisse aonde eles queriam chegar com tudo aquilo. Lembro de tê-lo advertido de que dinheiro era a menor das tentações, uma vez que o mercado gospel já era muito mais promissor do que o mercado secular, realidade que só se acentuou nos anos seguintes. E o repórter foi em sua missão.
Pieralini voltou dizendo que, sem compartilhar da minha desconfiança, não havia encontrado nada além do que encontrava em todo artista que entrevistava: quatro pessoas querendo atingir um número sempre maior de pessoas. Na verdade, penso hoje eu, o Catedral tentava fazer na época, com o talento de que dispunham, o que um número razoável de bandas cristãs brasileiras tenta fazer atualmente: dar um passo fora do seguro target gospel, dialogar com a sociedade, e influenciá-la como fizeram Bob Dylan ou o U2. Mas o Catedral não sabia se explicar e ninguém parecia muito interessado em entendê-los. Tínhamos, pelo menos um título chamativo – ou apelativo, se você preferir, para buscar audiência na home do site, àquela altura o maior sobre música da América Latina, com mais de um milhão de usuários cadastrados: “A igreja é uma merda”.
No terceiro ou quarto parágrafo do texto, a um clique de distância, a frase era explicada. A banda dizia, ou queria dizer, que, artisticamente, manter-se restrito ao circuito formado por frequentadores de igreja, é um beco sem saída, é restritivo, uma porcaria, um cocô, uma merda. Foi um título maldoso, não posso negar, minha máxima culpa. Não mais maldoso do que as maldades que eu já reservei ao Cidade Negra, é verdade, mas ainda assim pilantra, um tipo de manchete que só se explica no meio do texto, uma técnica que eu me recusei a repetir desde então, por mais ingênuo e despreparado que seja o artista que deixa escapar uma frase como essa.
A diferença entre o Cidade Negra e o Catedral é que a maldade em direção a estes me levaram a conhecer as profundezas do farisaísmo gospel. A “notícia” de que o Catedral haveria “renegado”, “apostatado” e “zombado do corpo de Cristo” grassou com uma velocidade absurda, sem tempo para contextualizar a frase infeliz. Aquele foi o conteúdo mais acessado do site até então. Lembro de, no sábado, dia seguinte à publicação, descendo em direção ao litoral, ter cruzado com nada menos do que três rádios evangélicas repercutindo a notícia, nunca consultando a banda, sempre em tom de impiedade e condenação. A gravadora MK Publicitá, responsável pelo lançamento dos seis álbuns anteriores do grupo, aproveitou para fazer marketing e anunciou imediatamente o recolhimento dos álbuns, por causa da “quebra de compromisso” do grupo com a igreja. Vários pastores e músicos vieram a público praticar o velho esporte de arvorarem-se santos diante do que supunham ser o desvio dos outros.
A repercussão foi tanta, e as pressões da gravadora tamanhas contra um site que, de fato, dependia da simpatia das companhias, que decidimos tirar a reportagem do ar na segunda-feira, deixando um rastro impressionante de destruição.
Combinei com Pedro Só, meu diretor, que eu em pessoa conduziria uma grande reportagem sobre o mercado gospel – desde aquela época sinônimo de audiência e controvérsia, tudo pelo que babávamos diariamente. Seria a primeira vez em sete anos de carreira que eu escreveria algo relacionado a religião.
Meus primeiros entrevistados foram justamente os músicos do Catedral (o fair-play em me receber cordialmente, em meio à tormenta em que se meteram, é gesto de nobreza de espírito que me impressiona até hoje). A partir dali mergulhei no enxofre: travei uma hora de conversa surreal com a bispa Sônia Hernandes em que ela começava tentando me convencer de suas boas intenções em registrar a palavra “gospel” em seu nome e terminava chorando nervosamente; me impressionei com o pensamento vivo de Yvelise de Oliveira, dona da MK Publicitá, segundo o qual os desejos mais elevados de todo artista gospel não eram maiores do que dar autógrafo e tirar fotos ao lado dos fãs; e fui verdadeiramente iluminado por uma professora de música numa faculdade de teologia batista, quando ela me chamou a atenção para o macaqueamento dos modelos americanos entre os góspeis brasileiros.
Guardo essas entrevistas em cassete até hoje. Teria rendido uma reportagem histórica, mas a bolha da internet estourou e os jornalistas com os salários mais altos foram os primeiros a serem cortados de suas redações. O Catedral lançou outros discos pela WEA, frequentou o Disk MTV e o Rock Gol, tornou-se ainda mais parecido com a Legião Urbana, processou a MK Publicitá, ganhou, e entrou na década de 2010 com um trânsito razoável entre os dois mercados. (O gospel brasileiro é o único gênero musical em que os próprios artistas pensam em termos de “mercado” como se fosse um contingente artístico). Os músicos brasileiros de matriz cristã consideram o evento “Usina do Som” como um marco para que outros nomes se acovardassem em dar o passo fora de seu segmento. A Usina do Som, gastando em banda pelo sucesso de público e sem ideia de como reverter isso em receita, foi diminuindo de tamanho até fechar em 2005, justamente o ano do advento da web 2.0. E eu aproveitei o tempo livre para finalmente terminar meu primeiro livro, Dias de luta: O rock e o Brasil dos anos 80.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Apenas os vocais do lado B do Abbey Road

JOSIV5 isolou os vocais do lado B do disco Abbey Road, um dos momentos mais inspirados da carreira dos Beatles.

By:  IdeaFixa


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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Champignon, da banda Charlie Brown Jr., é encontrado morto em São Paulo

O músico Luiz Carlos Leão Duarte Junior, 35, o Champignon da banda Charlie Brown Jr., foi encontrado morto no início da madrugada desta segunda-feira, em seu apartamento no Jardim Caboré, na zona oeste de São Paulo.

A morte de Champignon ocorre pouco mais de seis meses após a do vocalista da banda, Alexandre Magno Abrão, 42, conhecido como Chorão, encontrado morto em seu apartamento em Pinheiros, na zona oeste de capital.

Morador de um apartamento vizinho, o corretor de imóveis Alexandre Benaion relata que ouviu um barulho de tiro vindo do apartamento do músico por volta da 0h, seguido de gritos da mulher de Champignon e latidos do cachorro do casal. Eles haviam chegado cerca de dez minutos antes de um jantar com um casal de amigos.

Preocupado, o corretor de imóveis foi ao apartamento do casal para saber o que havia acontecido. Segundo Benaion, a mulher do músico, que está grávida, abriu a porta do apartamento chorando muito e gritando: ” Amor, você não fez isso”.

Após sentar a mulher em uma cadeira, Benaion foi ao quarto onde o músico guardava instrumentos para verificar o que havia acontecido.

“Foi horrível, vi o Champignon caído no chão com um tiro na boca e uma arma na mão. Havia muito sangue espalhado pela cabeça”, disse.

O corretor de imóveis ajudou a mulher do músico a ligar para o Samu (Serviço Médico de Urgência) e para a Polícia Militar. Quando o Samu chegou ao local Champignon já estava morto.

A mulher do músico foi levada por amigos a um hospital da região em estado de choque.

Segundo o tenente da Polícia Militar Rafael Elias Franco Pinto, o músico tinha uma pistola 380 em uma das mãos e um tiro na boca. “A delegada deve pedir imagens das câmeras de segurança do prédio”, disse.

A delegada Milena Suegama, do 89º Distrito Policial (Portal do Morumbi), foi ao local coletar informações e se limitou a dizer que trabalha com a hipótese de suicídio.

O corpo do músico foi retirado do apartamento pelo IML (Instituto Médico Legal) às 4h51. A perícia deixou o local minutos depois carregando uma sacola e sem falar com a imprensa.

VIGÍLIA

Fã do Charlie Brown Jr., o estudante Gustavo Geromel Baptistella, 18, esteve durante boa parte da madrugada em frente ao prédio onde o músico Champignon foi encontrado morto.

Baptistella, que mora em um prédio vizinho, ficou sabendo por amigos que Champignon morreu e foi para o local. Ele relembra que o músico era simpático e costumava caminhar pelo bairro.

“Um dia tirei uma foto com ele, mas infelizmente não peguei o autógrafo”, lamentou o fã.

MÚSICA

Champignon era atualmente o vocalista da banda A Banca, criada pelos membros remanescentes do Charlie Brown Jr. após a morte de Chorão.

O último disco do Charlie Brown Jr., “La Familia 013″, gravado antes da morte de Chorão, está programado para ser lançado neste mês.

As 13 músicas inéditas do álbum, o décimo da carreira do grupo, foram gravadas pela formação com Chorão nos vocais, Champignon no baixo, Marcão e Thiago Castanho nas guitarras e Bruno Graveto na bateria.

Entre elas, estão “Meu Mundo Novo” e “Um Dia a Gente se Encontra”, faixas que já tocam atualmente nas rádios pelo Brasil.

Em 2009, a banda ganhou o prêmio Grammy Latino com o álbum “Camisa 10 Joga Bola até na Chuva”. O último disco lançado pelo Charlie Brown Jr. foi “Música Popular Caiçara – Ao Vivo”, no ano passado.

O grupo colecionou hits entre o fim dos anos 90 e o início dos anos 2000, como “Proibida pra Mim”, regravada pelo cantor Zeca Baleiro, “Quinta-Feira”, “Zoio de Lula”, Só por uma Noite” e “Te Levar Daqui” –que foi tema de abertura da novelinha “Malhação”, da Globo, entre 1999 e 2006.

by:  Folha de S.Paulo



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sábado, 17 de agosto de 2013

A propaganda é a "arma" do negócio #5


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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Cantora imita 19 diferentes divas em cover de ‘Total Eclipse of the Heart’

Christina Bianco divertiu a sua audiência ao fazer um cover de ‘Total Eclipse of the Heart’ cantando os trechos nas vozes de diferentes divas da música – ela começa com Adele e passa por Celine Dion, Shakira, Barbra Streissand, Cher, Alanis Morrisette, Britney Spears, Julie Andrews, Gwen Stefani, entre outras. Assista acima.

Atriz da Broadway, Christina Bianco, que já foi chamada de ‘brilhante’ pelo The New York Times e ‘um fogo de artifício cômico’ pela TimeOut, é conhecida por imitar diversas cantoras em seus shows.

O vídeo foi gravado em um show que ela fez em um restaurante de Nova York e publicado na internet nesta segunda-feira, 11. Em dois dias, a performance dela foi vista mais de 1 milhão de vezes.

A lista completa de imitadas são: Adele,Cher,Judy Garland,Patti Lupone,Christin Chenoweth,Edith Piaf,Bette Midler,Julie Andrews,Liza Manelli, Bernadette Peters, Gwen Stefani, Zoey Deschannel, Britney Spears, Shakira, Alanis Morisette, Norah Jones, Christina Aguilera, Celine Dion e Barbara Streisand.

by:  Blue Bus



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Michelle Obama lança álbum de hip hop

Que o presidente dos Estados Unidos Barack Obama é o favorito da galera quando o assunto é música, você já deve ter desconfiado. Afinal, só aqui no Tenho Mais Discos Que Amigos! você já viu o presidente americano “cantando” Daft Punk, se rendendo ao Gangnam Style e até compartilhando a playlist que roda em seu iPod. Agora, que a primeira dama, Michelle Obama, também carregava esse gosto pela música, pouca gente tinha reparado.

A esposa do presidente não só acompanha o maridão musicalmente como vai lançar um disco de hip-hop! Infelizmente (ou não!), a primeira dama não vai aparecer no trabalho cantando, mas sim liderando uma iniciativa da “Healthier American” e da “Hip Hop Public Health”, duas entidades estadunidenses que se uniram para lutar pela saúde da alimentação americana. A iniciativa defende mais salada no prato, menos junk food e a prática de exercícios físicos. Tudo isso com música, que pra deixar a coisa toda mais animadinha, porque né? A galera lá tá precisando!

O trabalho se chama Songs for a Healthier America, tem 19 faixas e além de apoiar a iniciativa, a primeira dama vai aparecer em videoclipes feitos para as músicas do trabalho e distribuídos pelas escolas do país. O site da ONG já disponibiliza um desses vídeos para download, desde que você cadastre seu e-mail pare receber as informações da entidade. As músicas têm nomes como “Você é o que você come”“Nós gostamos de Vegetais” e “Vamos nos mover” (em tradução literal!) e participações de gente como Doug E. Fresh, Jordin Sparks, Ashanti e  Travis Barker, do blink-182.

Confira abaixo a track list e saiba mais sobre a iniciativa aqui.

01. Everybody (ft. Jordin Sparks, Doug E Fresh, Ryan Beatty, Artie Green, Dr Oz and the Hip Hop Doc)
02. U R What You Eat (feat. Salad Bar (Matisyahu, Ariana Grande, Travis Barker))
03. Let’s Move (ft. Doug E Fresh, Artie Green, Chauncey Hawkins, Easy AD)
04. Just Believe (ft. Ashanti, Gerry Gunn, Artie Green, Robbie Nova, Chauncey Hawkins)
05. Veggie Luv (ft. Monifah and J Rome)
06. Hip Hop FEET (Finding Exercise Energy Thresholds) (ft. DMC, Artie Green, and Chauncey Hawkins)
07. Stronger (ft. Shayna Steele, Jeremy Jordan, Our Time, Nils Lofgren)
08. Give Myself a Try (ft. Ryan Beatty)
09. Jump Up (It’s a Good Day) Let’s Move version (ft. Brady Rymer and the Little Band That Could)
10. Hip Hop LEAN (ft. Artie Green)
11. Pass the Rock (ft. Iman Schumpert and Artie Green)
12. Good Living (ft. Ashton Jones)
13. Beautiful (ft. Daisy Grant and Artie Green)
14. Change the Game (ft. The Happiness Club and Naledge)
15. Wanna Jump (Let’s Move) (ft. Paul Burch and WPA Ballclub)
16. Mother May I? (ft. Amelia Robinson)
17. We Like Vegetables (ft. Los Barkers!)
18. Get Up Sit Up (ft. Ian James and Ricky Baitz)
19. One Step Forward (ft. Samite)

by: TMDQA


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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Vocalista barrado em bar devido à idade se apresenta do lado de fora


A banda Wayne Szalinski tinha um show em bar de Chicago (EUA), mas um problema fez com que a apresentação se tornasse a mais bizarra de todas. Como o vocalista e guitarrista do grupo, Andy Milad, só tem 20 anos, ele ficou impedido de entrar no bar, aberto apenas para maiores de 21 anos.

Em vez de cancelar o show, o Wayne Szalinski adotou uma medida inusitada. Andrew Adams, Kurtis Roy e Nick Galli tocaram no palco, enquanto Andy se apresentava do lado de fora do bar, para não violar a lei.

A banda americana postou um vídeo no YouTube documentando a inusitada apresentação.

by: O Globo


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