sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Para futuristas, realidade de 2015 é mais impressionante que a fantasiada em "De Volta para o Futuro"
Filme de 1989 previu carros e skates voadores, mas não imaginava como o telefone poderia se tornar algo além de falar e escrever mensagens
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Jovem investigador português cria plataforma que te diz os acordes de qualquer música

Em comunicado, a U.Minho acrescenta que a plataforma, criada por um grupo de cinco investigadores, é “única no mundo”, por ser online, gratuita, automática e “muito intuitiva”. Actualmente, atrai cerca de 50 mil visitantes por dia.
Em causa está a plataforma Chordify, que converte qualquer música nos seus acordes. O utilizador apenas tem de fazer “upload” de uma música em MP3 ou de colocar na plataforma o link de um vídeo do YouTube ou do SoundCloud. À medida que o tema vai tocando, a plataforma “fornece” os acordes necessários para o tocar.
“O serviço funciona para qualquer canção, por mais obscura que seja. E essa é uma grande vantagem, pois outros sites constroem bases de dados de acordes manualmente, tendo apenas os artistas famosos”, refere José Pedro Magalhães, citado pelo jornal online da UMinho. Acrescenta que o tratamento “muito correcto” da transcrição é outra mais-valia, tornando o sistema “ideal” para compositores, músicos e não só.
De momento, o tema mais popular é “Wherever you are”, dos australianos 5 Seconds of Summer. O informático de 29 anos, natural de Vila Nova de Gaia, admite que não esperava “tamanha adesão” da comunidade mundial em tão pouco tempo. “Passámos de 500 visitas por dia para mais de 50 mil, ou seja, atingiu-se um milhão e meio de visitas em menos de um ano de existência”, sublinha.
Ex-aluno da licenciatura em Engenharia de Sistemas e Informática da UMinho, José Pedro Magalhães é o único português envolvido na criação daquela plataforma e é investigador na Universidade de Oxford, em Inglaterra.
by: P3
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Romanos usavam redes sociais há dois mil anos, diz livro
Ao tuitar ou comentar embaixo do post de um de seus vários amigos no Facebook, você provavelmente se sente privilegiado por viver em um tempo na História em que é possível alcançar de forma imediata uma vasta rede de contatos por meio de um simples clique no botão ‘enviar’.
Você talvez também reflita sobre como as gerações passadas puderam viver sem mídias sociais, desprovidas da capacidade de verem e serem vistas, de receber, gerar e interagir com uma imensa carga de informações.
Mas o que você talvez não sabia, é que os seres humanos usam ferramentas de interação social há mais de dois mil anos. É o que afirma Tom Standage, autor do livro “Writing on the Wall – Social Media, The first 2.000 Years” (Escrevendo no Mural – Mídias Sociais, Os primeiros 2 mil anos, em tradução livre).
Na obra, Standage, que é editor de conteúdo do site da revista britânica The Economist, afirma que redes sociais como o Facebook, Twitter e Tumblr podem ser as últimas encarnações de uma prática que começou por volta do ano 51 a.C, na Roma Antiga.
Segundo Standage, Marco Túlio Cícero, filósofo e político romano, teria sido, junto com outros membros da elite romana, precursor do uso de redes sociais.
O autor relata como Cícero usava um escravo, que posteriormente tornou-se seu escriba, para redigir mensagens em rolos de papiro que eram enviados a uma espécie de rede de contatos.
Estas pessoas, por sua vez, copiavam seu texto, acrescentavam seus próprios comentários e repassavam adiante.
‘Hoje temos computadores e banda larga, mas os romanos tinham escravos e escribas que transmitiam suas mensagens’, disse Standage à BBC Brasil.
‘Membros da elite romana escreviam entre si constantemente, comentando sobre as últimas movimentações políticas e expressando opiniões’.
iPad romano
Além do papiro, outra plataforma comumente utilizada pelos romanos era uma tábua de cera do tamanho e da forma de um tablet moderno, em que escreviam recados, perguntas ou transmitiam os principais pontos da acta diurna, um ‘jornal’ exposto diariamente no Fórum de Roma contendo um resumo de debates políticos, anúncios de feriados, de nascimentos e de óbitos, e outras informações oficiais.
Essa tábua, o ‘iPad da Roma Antiga’, era levado por um mensageiro até o destinatário, que respondia embaixo da mensagem.
‘Esse sistema é provavelmente o antepassado mais antigo do torpedo de celular’, compara o autor.
Outra curiosidade relatada no livro é que o hábito de abreviar palavras e expressões, amplamente usado nos dias de hoje, também era comum entre os romanos.
Entre as expressões mais correntes estavam ‘SPD’, que significa ‘Envia muitos cumprimentos’ e S.V.B.E.E.V: ‘Se você está bem, que bom. Eu estou bem’.
‘Escrevendo no Mural’ descreve a evolução das mídias sociais ao longo da História e mostram o grande impacto da criação do papel e da invenção do processo de impressão sobre a comunicação social.
‘Na corte de Ana Bolena (uma das mulheres do rei da Inglaterra Henrique VIII), o manuscrito de Devonshire era um Facebook do século XVI, permitindo aos cortesãos se comunicarem por meio de poesias e fofocas nas páginas que circulavam pelos corredores do palácio’, diz o autor.
Standage conta como os panfletos do teólogo alemão Martinho Lutero, que desencadearam a Reforma Protestante no século XVI, foram disseminados rapidamente pela Europa depois que as pessoas começaram a replicá-los e, depois, imprimi-los.
‘Ele não esperava que isso fosse acontecer, que as pessoas fossem disseminar sua mensagem de que a Igreja precisava ser reformada. Foi uma disseminação social e viral’, diz o autor.
Anomalia histórica
Para o Standage, o advento e a popularização da comunicação de massa no século XIX – com jornais e livros – e no século XX – cinema, rádio e TV – ofuscaram os modelos sociais de distribuição de informação que haviam prevalecido durante séculos.
‘As pessoas passaram a obter informações das mídias de massa e não mais de seus amigos, em um processo de mão única, sem interação’, diz o autor.
Na última década, a internet abriu caminho para o renascimento das plataformas sociais de comunicação que, para o autor, se tornaram tão eficientes que passaram a competir com as mídias de massa.
‘Agora o grande desafio das grandes organizações de mídia é gerar conteúdo de mão dupla, porque já sabem que o de mão única foi uma anomalia histórica que não funciona mais’.
Para Standage, sua obra reflete que o ser humano, independentemente da época em que vive, nutre o desejo profundo de se conectar e compartilhar ideias e impressões com outras pessoas.
‘Este desejo é construído nos nossos cérebros. A tecnologia vai e vem, mas a natureza humana continua a mesma’.
by: G1
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
No Brasil, console que roda jogos de 10 videogames deve custar R$ 600
A fabricante do Retron 5, aparelho de videogame que roda cartuchos de dez consoles, passou a incluir o Master System, o décimo da lista, devido à preferência dos gamers brasileiros, afirmou Walter Fulco, gerente de negócios da Hyperkin, durante a feira de games Brasil Game Show (BGS) 2013, em São Paulo.
“Com a ajuda da tecnologia conseguimos colocar nove consoles. Aí descobrimos que o Brasil é um fã muito grande da Hiperkink. Descobri que os Estados Unidos estavam em primeiro e o Brasil estava em segundo, então falei para a nossa equipe que a gente devia adicionar o Master System”, disse.
O Retron 5 chega ao mercado norte-americano em 10 de dezembro e de uma a duas semanas depois ao Brasil, segundo Fulvo. Por enquanto, a companhia estima que o preço será de R$ 600.
“Mas não sabemos ainda, devido à burocracia do governo brasileiro. Pode piorar ou pode melhorar”, diz. “Mas não vai custar R$ 4 mil que nem o PlayStation 4, né”, diz o executivo, brincando com o preço do console da Sony que assustou os jogadores brasileiros.
Nas apresentações das funcionalidades do videogame, Fulco, aliás, brinca que essa é a única diferença do Retron 5 para o PS4.
Pode-se usar os cartuchos de videogames NES, Famicon (versão japonesa do NES), Super Nintendo , Super Famicom (versão japonesa do SNES), Mega Drive, Genesis, Game Boy, Game Boy Color, Game Boy Advance e o Master System.
O controle do console não possui fio e pode ser configurado para os diversos consoles. A conexão é feita por bluetooth e responde dentro de um raio de dez metros. O videogame possui ainda entradas para os controles originais.
Em vez de botões direcionais, como os controles da maioria dos videogames que emula, o Retron 5 possui uma alavanca, similar à de aparelhos como PlayStation e Xbox, da Microsoft .
O Retron 5 também tenta solucionar o problema de rodar games antigos em TVs modernas. O Retron 5 usa entrada HDMI que transmite imagens de alta qualidade mesmo para cartuchos antigos.
Além disso, o console permite fazer capturas de telas durante o jogo, algo que já ocorre em consoles modernos. Os games poderão ainda ter sua progressão salva em um cartão de memória, dispositivo que também armazenará as imagens feitas durante as partidas.
O sistema do Retron 5 permitirá jogar os cartuchos antigos com todos as trapaças (mais comumente chamadas de "cheats" entre os gamers) disponíveis no Game Genies, espécie de lista de truques.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Novo Kinect será capaz de “ouvir” e diferenciar duas vozes ao mesmo tempo
Agora falta pouco: com lançamento previsto para o dia 22 de novembro no Brasil, o Xbox One está muito perto de chegar ao mercado e, a cada dia, a Microsoft anuncia mais novidades para seu console. Desta vez, quem ganhou uma atenção própria foi o Kinect 2.0: segundo a companhia, o periférico será capaz de compreender e diferenciar até duas vozes simultâneas. Segundo o vice presidente da Microsoft Phil Harrison disse em uma conferência na Eurogamer Expo, o reconhecimento de voz será feito separadamente por dois canais.
E não é só isso: além de ouvir duas pessoas ao mesmo tempo, o novo Kinect também poderá “enxergar” suas bocas se movendo até mesmo em uma sala com pouca luz, de acordo com o chefe de desenvolvimento Nick Burton.
O sensor, que desta vez será mais sensível, poderá identificar não só os movimentos do corpo humano, como também detectará batimentos cardíacos e reconhecerá gestos mais “finos”, como expressões faciais e o movimento dos dedos. Até seis pessoas poderão utilizar o periférico ao mesmo tempo.
Não precisa ter medo da falta de privacidade: embora tenha confirmado anteriormente que o sensor seria ligado a partir da presença de um usuário, e que a necessidade de conexão online constante serviria também para transferir os dados coletados no Kinect, a Microsoft voltou atrás na decisão, publicando um documento em que garante que somente será compartilhado com outros usuários aquilo que o jogador desejar: “Você determinará quão ajustável e personalizado seu Xbox One será para você e sua família durante sua instalação. Quando o Xbox One estiver online e você estiver simplesmente tendo uma conversa em sua sala de estar, essa conversa não será gravada ou uploadeada“.
Ainda falando no Kinect, a produtora divulgou que o Xbox One terá uma nova função de gravação de comentários em vídeo para partidas ou gameplays já salvos no console. A partir do Upload Studio, um aplicativo que será nativo no sistema, o usuário poderá gravar clipes do tamanho que desejar, com o auxílio da câmera do Kinect, e adicioná-los em seus vídeos salvos posteriormente.
Depois das mídias salvas, o comentário será reproduzido em cima da partida gravada, por meio do recurso PiP. Como tudo no console, o usuário poderá escolher compartilhar sua produção publicamente, bem como restringi-la aos amigos ou mesmo deixá-la em modo privado.
Os clipes serão salvos na nuvem do sistema do Xbox One e terão resolução de até 720p reproduzidos em 30 frames por segundo. As opções de compartilhar os vídeos nas redes sociais (Youtube e Facebook) estarão disponíveis a partir de 2014, conforme a Microsoft disse ao Polygon.
Xbox One: não tão querido
A título de curiosidade, embora ainda falte pouco menos de dois meses para o lançamento dos consoles da oitava geração, a agência Reuters fez uma pesquisa para medir a popularidade do Xbox One e do PlayStation 4 entre as 1.297 pessoas entrevistadas.
26% dos que responderam a pesquisa disse ter a intenção de comprar um PlayStation 4 durante os primeiros meses após seu lançamento, enquanto 15% afirmou dar preferência ao console da Microsoft. Na classificação etária dos entrevistados, num total de 408 pessoas abaixo dos 40 anos, 41% preferiu comprar o PlayStation 4, enquanto 27% optou pelo Xbox One.
O PlayStation 4 chegará ao Brasil em 29 de novembro, ainda sem preço declarado, e o Xbox One chega no dia 22 do mesmo mês, por R$ 2.199. A diferença de preço entre os dois consoles é cerca de US$ 100 na América do Norte, onde o PS4 custará US$ 399, e o Xone chegará por US$ 499.
by: TecnoBlog
Nova versão do Dropbox para Windows e OS X envia suas screenshots automaticamente para a nuvem
Funciona assim: quando você estiver com a nova versão e teclar PrintScreen pela primeira vez, o Dropbox se oferecerá para enviar a captura de tela automaticamente para a nuvem. No Windows, usando a combinação Ctrl+PrintScreen, um link público é copiado para a área de transferência – assim você pode compartilhar a imagem facilmente no Twitter, por exemplo.
O cliente do Dropbox para OS X, além de ganhar o recurso de upload automático de screenshots, possui uma nova funcionalidade que permitirá importar todas as fotos do iPhoto para o Dropbox, inclusive mantendo as imagens separadas em pastas.
Se o cliente do Dropbox ainda não foi atualizado no seu computador, faça o download da nova versão nesta página.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Conheça o Tile, um pequeno gadget que promete localizar objetos perdidos
Quem nunca esqueceu o celular ou o guarda chuva antes de sair de casa, que atire a primeira pedra. Tile é um gadget que promete acabar com esse problema. Colado ao objeto que pode ser achado facilmente com a ajuda de um iPhone, ele é um pequeno acessório, parecido com uma etiqueta, que funciona como um rastreador GPS, semelhante, por exemplo, aos apps Android Device Manager ou o Find My iPhone, usados para encontrar celulares perdidos pela Internet.
Seu funcionamento é muito interessante e bem simples: um chip integrado com sistemas de localização se comunica o tempo todo com um aplicativo para iOS. Então, o app informa ao usuário está perto ou longe do objeto que perdeu. Para alguns casos, há ainda um recurso que emite um sinal sonoro, facilitando assim achar uma carteira, uma chave, um celular ou qualquer outro item esquecido em algum lugar. Caso tudo funciona bem, o aparelho pode ser bem útil.
Uma das suas ferramentas inteligentes é a de listar algum objeto como perdido. Caso uma pessoa faça isso, todos os usuários do Tile que estiverem conectados ao aplicativo móvel em seus celulares receberão um alerta caso passem por perto daquele item. Assim, eles poderão enviar uma notificação para você saber onde está o que procura. Outra característica importante é a duração da bateria do Tile: dura até um ano e o usuário é avisado sempre que houver necessidade de substituição.
O gadget já alcançou o valor esperado de doações dos internautas para que seja fabricado e está sendo vendido, neste link , na pré-venda por US$ 18,95 (cerca de R$ 40). Mas infelizmente, ele só será entregue nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia por enquanto. Um vídeo de divulgação do produto, com dois minutos de duração, foi publicado no YouTube e demonstra melhor como ele funciona. Confira abaixo.
Via Hypeness
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Google diz que usuários do Gmail não esperam por confidencialidade
O Google afirmou, por meio de documentos entregues à Justiça dos Estados Unidos, que os usuários de seu serviço de e-mail, o Gmail, não possuem expectativa de que as mensagens enviadas e recebidas sejam confidenciais.
Segundo reportagem do jornal britânico “Guardian”, o grupo que defende o consumidor Consumer Watchdog chamou a afirmação do Google de “admissão chocante”.
“O Google enfim admitiu que não respeita a privacidade”, disse John Simpson, diretor da entidade. “Se você se incomoda com a privacidade de sua correspondência via e-mail, não use o Gmail.”
O documento do qual faz parte a declaração do Google foi apresentado à Justiça em julho. O texto consta da defesa da empresa para encerrar um processo em que a empresa é acusada de acessar o conteúdo dos e-mails para direcionar anúncios aos usuários.
Alegando que isso violaria leis de privacidade, a ação judicial, aberta em maio, afirma que a companhia não só abre e lê os e-mails como também obtém o conteúdo ilegalmente.
“Todos os usuários de e-mail devem necessariamente esperar que seus e-mails sejam sujeitos a processamento automático”, afirma o Google no documento judicial, afirmando que a acusação tenta “criminalizar práticas comuns de negócios”.
“Da mesma forma que quem envia uma carta a um parceiro de negócio não pode se surpreender se a secretária ele abrir a carta, as pessoas que usam e-mail baseado não devem se surpreender se sua comunicação for processada pelo serviço de comunicações eletrônicas do destinatário durante o processo de entrega”, escrevem os advogados do Google.
Desdenhando do argumento, Simpson diz que não espera que o carteiro leia suas correspondências.
by: G1
Galaxy S4 ou Lumia 925? Confira o comparativo de celular da semana
O Galaxy S4 é o aparelho top de linha mais potente com sistema Android . O Lumia 925é da mesma categoria que o modelo da Samsung, com sistema Windows Phone. Quem leva a melhor, o modelo Android ou a versão do Windows na Nokia? O TechTudo resolveu fazer um teste comparativo entre os dois celulares para mostrar, principalmente, suas diferenças.
O comparativo levou em conta o desempenho, sistema operacional, câmera e preço de cada modelo. Em cada categoria, um smartphone foi eleito melhor de acordo com suas especificações técnicas. Veja, depois de todos os critérios, qual é o vitorioso.
Desempenho: Galaxy S4
Os processadores dos smartphones são bem diferentes. O Galaxy está disponível em pelo menos dois modelos: O modelo I9500 tem processador octa-core Exynos 5 Octa de 1,6 GHz e um variante I9505 com quad-core Qualcomm Snapdragon 600 de 1,9 GHz. O Lumia é mais modesto, com um chip dual-core Qualcomm Krait de 1,5 GHz, potente para um aparelho de dois núcleos, mas fraco em relação ao Android.
Em relação à memória interna, o S4 também leva vantagem oferecendo as opções 16 GB, 32 GB e 64 GB, enquanto o Lumia 925 se limita aos 16 e 32 GB. Além disso, somente o Galaxy pode ter memória expandida via cartão microSD, até mais 64 GB.
A amperagem da bateria de lítio do Galaxy S4 é bem superior, com 2.600 mAh, uma vez que a bateria do Lumia 925 tem 2.000 mAh. O S4 não dura muito com as diversas funcionalidades acionadas, mas no geral leva vantagem quando comparado ao Lumia.
Tela: Galaxy S4
O Galaxy S4 possui tela de 5 polegadas e boa resolução (1920 × 1080 pixels). O display do Lumia 925 é consideravelmente menor e menos potente, com 4,5 polegadas de tela e 1280 x 768 pixels de resolução.
O tipo da tela do S4 é Pentile RGBG Full HD Super AMOLED, com material Corning Gorilla Glass 3, para evitar rachaduras. O Lumia é de AMOLED ClearBlack Touch, com Gorilla Glass 2, menos reforçada do que o aparelho Android.
Sistema Operacional: Empate
A questão do sistema operacional vai de acordo com o gosto do freguês. O Galaxy S4 tem vários recursos extras na personalização TouchWiz e as vantagens que um sistema aberto como o Android proporciona. Além disso, vale lembrar que o Google Play, a loja de apps do sistema, está ainda muito a frente da oferecida pelo Windows Phone no que se refere a número de aplicativos.
Apesar disso, o Windows Phone 8 ganha quando o quesito é a estabilidade. O sistema é mais leve e roda muito bem mesmo em aparelhos mais fracos - que dirá então em um top de linha como o Lumia 925. Além disso, o WP8 é um sistema mais seguro que o Android.
Vale a pena migrar do Android para o Windows Phone? Descubra no Fórum do TechTudo !
Câmera: Lumia 925
A câmera da linha Lumia, já famosa pela qualidade, marca presença no Lumia 925. Embora o sensor tenha um número menor de megapixels - são 8,7 contra 13 megapixels do Galaxy S4 -, a câmera tem desempenho melhor no aparelho da Nokia. O smartphone faz boas fotos em diversas condições de luz, e inclusive se sai razoavelmente bem em fotos noturnas.
Isso não significa, porém, que a câmera do S4 seja ruim. Ela está entre as melhores já vistas em aparelhos Android, mas ainda é ligeriamente inferior ao conjunto oferecido pela Nokia. Se o seu foco é a gravação de vídeos, no entanto, teremos um empate: ambos os smartphones são capazes de filmar em 1080p com a câmera traseira.
O S4 só leva vantagem quando o assunto é câmera frontal. A dele tem 2 megapixels e filma também em 1080p, enquanto a do Lumia se limita a 720p com seus 1,2 megapixels.
Preço: Empate
O Lumia 925 ainda não chegou oficialmente ao Brasil, então esta é uma categoria difícil de avaliar. Lançado em junho na Europa e na China, o Lumia 925 chegou por € 469 (cerca de R$ 1.230, em conversão direta). No Brasil, o Galaxy S4 está custando em média R$ 2.300, aproximadamente. Para decidir esta questão, teremos que esperar mais um pouco.
Conclusão
O Galaxy S4 leva a melhor nessa briga, sem dúvidas. Com hardware mais potente e tela de excelência, o Lumia 925 acaba ficando em segundo plano na disputa. Apesar disso, o celular da Nokia é a melhor escolha quando falamos de fotografia, mas o S4 não fica muito atrás.
O sistema operacional, em realidade, deve ser um dos fatores para definir a compra. Caso estabilidade e simplicidade seja seu foco, vá de Windows Phone. Se os extras e as possibilidades do Android te atraem, o Galaxy S4 é a melhor escolha.























