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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Perfis Legais Para Seguir #2

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Para futuristas, realidade de 2015 é mais impressionante que a fantasiada em "De Volta para o Futuro"

Filme de 1989 previu carros e skates voadores, mas não imaginava como o telefone poderia se tornar algo além de falar e escrever mensagens


Quando Marty McFly (Michael J. Fox) e Dr. Emmet Brown (Christopher Lloyd) chegam ao ano de 2015 com a ajuda de uma máquina do tempo, direto de 1985, eles encontram um admirável mundo novo de carros voadores movidos a lixo, sapatos autoamarráveis e garçons-robôs.

Para o público em 1989, quando os CDs eram o mais recente lançamento tecnológico, a ficção científica De Volta para o Futuro II retratou um mundo excitante 30 anos à frente no qual as pessoas iriam voar em hoverboards que desafiam a gravidade, vestindo roupas autoajustáveis e que secam sozinhas, enquanto os cachorros eram levados para passear por um drone.
Infelizmente, muitos dos dispositivos previstos pelos roteiristas que enviaram a dupla excêntrica do filme – e seu carro DeLorean transformado em máquina do tempo – para o futuro, especificamente 21 de outubro de 2015, não se concretizaram.

No entanto, em muitos aspectos, o 2015 da realidade é ainda mais diferente do que os cineastas Robert Zemeckis e Bob Gale poderiam ter imaginado, dizem futuristas que estudam e projetam tendências.
O que as pessoas podem fazer atualmente com os smartphones era quase inconcebível na época.

– Suas capacidades atualmente, incluindo o acesso a todas as informações do planeta, teria certamente surpreendido até mesmo os mais futuristas de 30 anos atrás, que não imaginaram que um telefone poderia se tornar algo além de falar e escrever mensagens – apontou o futurista australiano Ross Dawson. – Na época em que o filme foi feito, as pessoas olhando para a realidade de hoje em dia a considerariam bastante impressionante – completou.
Tecnologias que atualmente as pessoas não conseguem viver sem – como Google e Wikipedia, redes sociais como Facebook e Twitter, smartphones com GPS e sistemas de compras online – teriam sido difíceis de prever quando o filme foi lançado.

Mundo sem e-mail

No filme, Marty recebe um aviso de demissão em casa por fax – uma tecnologia agora ultrapassada que parecia de ponta na década de 1980. A revolução da internet estava chegando e o mundo ainda não havia conhecido os e-mails.

Em 1985, apenas um quarto das casas nos Estados Unidos possuía um forno micro-ondas, e os aparelhos de videocassete eram um dispositivo que todos queriam ter.
Atualmente as pessoas podem comprar para suas casas uma impressora 3D na internet por algumas centenas de dólares, que pode produzir qualquer coisa, de uma arma que esguicha água a uma que atira balas.

As pessoas de 2015 podem fazer downloads de músicas e assistir a filmes em streaming – termos que nem mesmo existiam em 1985.

Hoje em dia é possível modificar o genoma humano para corrigir um problema no DNA que provoca uma doença, criar carne de hambúrguer a partir de células-tronco das vacas, e uma sonda-robô foi enviada a um cometa a centenas de milhões de quilômetros da Terra.

– Os seres humanos se acostumaram muito rapidamente às inovações – disse Dawson, fundador da Future Exploration Network, que oferece serviços de planejamento de cenários.

Ainda assim, o filme acertou em alguns pontos. Existem telas planas, videochamadas, tablets e aplicativos com previsões meteorológicas. Embora ainda não esteja sendo plenamente usada, é possível contar com a tecnologia biométrica para pagar contas ou destravar portas através das impressões digitais, e óculos de realidade virtual, semelhantes aos utilizados pelos filhos de Marty, já estão a caminho.

Mais ciência que ficção

– Eles foram realmente muito visionários ao acertar em tantas coisas. Mostraram isso de uma maneira cômica, apatetada, na verdade, mas acho que eles fizeram um trabalho fenomenal na época ao antecipar coisas que devem ter parecido bastante ridículas na época – explicou Thomas Frey, do DaVinci Institute, um think tank futurista.

Algumas previsões estavam à frente do seu tempo. Há trinta anos, a maioria dos futuristas apontariam uma chance de mais de 50% de existirem carros voadores em 2015, ressaltou o futurista Jack Uldrich.

– Existem algumas empresas que estão trabalhando em carros voadores, mas o que elas não têm é a decolagem (vertical), como demonstrado pelo DeLorean de Doc.

Inovadores se inspiraram no filme: a empresa Hendo, com sede na Califórnia, está criando uma hoverboard que funciona com repulsão magnética. A fabricante de tênis Nike está trabalhando nos sapatos autoamarráveis como os utilizados por Marty.

O que vem agora

A ficção científica influenciou os avanços científicos através das eras, mas a tarefa pode se tornar mais difícil à medida que o desenvolvimento tecnológico se acelera exponencialmente.

A série original Star Trek (1966-1969), por exemplo, é um bom exemplo de antecipação do futuro por meio das mentes inventivas de seus roteiristas, pois em seus antigos episódios é possível ver os protótipos do celular, do disquete, do DVD, do tablet e do scanner.

Será que os seres humanos se teletransportarão, viajarão no tempo, ou descobrirão o segredo da vida eterna em 2045? Quem sabe. 

– Uma das coisas que poderíamos facilmente ver em 30 anos são humanoides e outros robôs como uma parte completa do nosso ambiente. Também é provável que as pessoas utilizem seus pensamentos para controlar o mundo ao seu redor, até mesmo utilizando seus pensamentos para se comunicar diretamente com os outros – especula Dawson.

O futurista australiano prevê que não haverá carros voadores por si só, mas sim com casulos anto-conduzidos – uma alternativa mais barata e segura. 

Uma coisa que o filme errou fortemente: os advogados não foram abolidos.

– Acho que um monte de gente gostaria que isso tivesse se tornado realidade – brincou Uldrich. Então quem resolverá as disputas entre humanos e robôs no futuro?

* AFP

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Jovem investigador português cria plataforma que te diz os acordes de qualquer música


Um antigo aluno da Universidade do Minho (U. Minho), José Pedro Magalhães, co-fundou um “software” que ensina a tocar qualquer música na guitarra, cavaquinho e piano, revelando os respectivos acordes, anunciou hoje aquela academia.José Pedro Magalhães tem 29 anos, é natural de Vila Nova de Gaia e vive em Oxfor

Em comunicado, a U.Minho acrescenta que a plataforma, criada por um grupo de cinco investigadores, é “única no mundo”, por ser online, gratuita, automática e “muito intuitiva”. Actualmente, atrai cerca de 50 mil visitantes por dia.

Em causa está a plataforma Chordify, que converte qualquer música nos seus acordes. O utilizador apenas tem de fazer “upload” de uma música em MP3 ou de colocar na plataforma o link de um vídeo do YouTube ou do SoundCloud. À medida que o tema vai tocando, a plataforma “fornece” os acordes necessários para o tocar.

“O serviço funciona para qualquer canção, por mais obscura que seja. E essa é uma grande vantagem, pois outros sites constroem bases de dados de acordes manualmente, tendo apenas os artistas famosos”, refere José Pedro Magalhães, citado pelo jornal online da UMinho. Acrescenta que o tratamento “muito correcto” da transcrição é outra mais-valia, tornando o sistema “ideal” para compositores, músicos e não só.

De momento, o tema mais popular é “Wherever you are”, dos australianos 5 Seconds of Summer. O informático de 29 anos, natural de Vila Nova de Gaia, admite que não esperava “tamanha adesão” da comunidade mundial em tão pouco tempo. “Passámos de 500 visitas por dia para mais de 50 mil, ou seja, atingiu-se um milhão e meio de visitas em menos de um ano de existência”, sublinha.

Ex-aluno da licenciatura em Engenharia de Sistemas e Informática da UMinho, José Pedro Magalhães é o único português envolvido na criação daquela plataforma e é investigador na Universidade de Oxford, em Inglaterra.

by: P3

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Romanos usavam redes sociais há dois mil anos, diz livro

Ao tuitar ou comentar embaixo do post de um de seus vários amigos no Facebook, você provavelmente se sente privilegiado por viver em um tempo na História em que é possível alcançar de forma imediata uma vasta rede de contatos por meio de um simples clique no botão ‘enviar’.

Você talvez também reflita sobre como as gerações passadas puderam viver sem mídias sociais, desprovidas da capacidade de verem e serem vistas, de receber, gerar e interagir com uma imensa carga de informações.

Mas o que você talvez não sabia, é que os seres humanos usam ferramentas de interação social há mais de dois mil anos. É o que afirma Tom Standage, autor do livro “Writing on the Wall – Social Media, The first 2.000 Years” (Escrevendo no Mural – Mídias Sociais, Os primeiros 2 mil anos, em tradução livre).

Na obra, Standage, que é editor de conteúdo do site da revista britânica The Economist, afirma que redes sociais como o Facebook, Twitter e Tumblr podem ser as últimas encarnações de uma prática que começou por volta do ano 51 a.C, na Roma Antiga.

Segundo Standage, Marco Túlio Cícero, filósofo e político romano, teria sido, junto com outros membros da elite romana, precursor do uso de redes sociais.

O autor relata como Cícero usava um escravo, que posteriormente tornou-se seu escriba, para redigir mensagens em rolos de papiro que eram enviados a uma espécie de rede de contatos.

Estas pessoas, por sua vez, copiavam seu texto, acrescentavam seus próprios comentários e repassavam adiante.

‘Hoje temos computadores e banda larga, mas os romanos tinham escravos e escribas que transmitiam suas mensagens’, disse Standage à BBC Brasil.

‘Membros da elite romana escreviam entre si constantemente, comentando sobre as últimas movimentações políticas e expressando opiniões’.

iPad romano
Além do papiro, outra plataforma comumente utilizada pelos romanos era uma tábua de cera do tamanho e da forma de um tablet moderno, em que escreviam recados, perguntas ou transmitiam os principais pontos da acta diurna, um ‘jornal’ exposto diariamente no Fórum de Roma contendo um resumo de debates políticos, anúncios de feriados, de nascimentos e de óbitos, e outras informações oficiais.

Essa tábua, o ‘iPad da Roma Antiga’, era levado por um mensageiro até o destinatário, que respondia embaixo da mensagem.

‘Esse sistema é provavelmente o antepassado mais antigo do torpedo de celular’, compara o autor.

Outra curiosidade relatada no livro é que o hábito de abreviar palavras e expressões, amplamente usado nos dias de hoje, também era comum entre os romanos.

Entre as expressões mais correntes estavam ‘SPD’, que significa ‘Envia muitos cumprimentos’ e S.V.B.E.E.V: ‘Se você está bem, que bom. Eu estou bem’.

‘Escrevendo no Mural’ descreve a evolução das mídias sociais ao longo da História e mostram o grande impacto da criação do papel e da invenção do processo de impressão sobre a comunicação social.

‘Na corte de Ana Bolena (uma das mulheres do rei da Inglaterra Henrique VIII), o manuscrito de Devonshire era um Facebook do século XVI, permitindo aos cortesãos se comunicarem por meio de poesias e fofocas nas páginas que circulavam pelos corredores do palácio’, diz o autor.

Standage conta como os panfletos do teólogo alemão Martinho Lutero, que desencadearam a Reforma Protestante no século XVI, foram disseminados rapidamente pela Europa depois que as pessoas começaram a replicá-los e, depois, imprimi-los.

‘Ele não esperava que isso fosse acontecer, que as pessoas fossem disseminar sua mensagem de que a Igreja precisava ser reformada. Foi uma disseminação social e viral’, diz o autor.

Anomalia histórica
Para o Standage, o advento e a popularização da comunicação de massa no século XIX – com jornais e livros – e no século XX – cinema, rádio e TV – ofuscaram os modelos sociais de distribuição de informação que haviam prevalecido durante séculos.

‘As pessoas passaram a obter informações das mídias de massa e não mais de seus amigos, em um processo de mão única, sem interação’, diz o autor.

Na última década, a internet abriu caminho para o renascimento das plataformas sociais de comunicação que, para o autor, se tornaram tão eficientes que passaram a competir com as mídias de massa.

‘Agora o grande desafio das grandes organizações de mídia é gerar conteúdo de mão dupla, porque já sabem que o de mão única foi uma anomalia histórica que não funciona mais’.

Para Standage, sua obra reflete que o ser humano, independentemente da época em que vive, nutre o desejo profundo de se conectar e compartilhar ideias e impressões com outras pessoas.

‘Este desejo é construído nos nossos cérebros. A tecnologia vai e vem, mas a natureza humana continua a mesma’.

 by: G1



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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

No Brasil, console que roda jogos de 10 videogames deve custar R$ 600

A fabricante do Retron 5, aparelho de videogame que roda cartuchos de dez consoles, passou a incluir o Master System, o décimo da lista, devido à preferência dos gamers brasileiros, afirmou Walter Fulco, gerente de negócios da Hyperkin, durante a feira de games Brasil Game Show (BGS) 2013, em São Paulo.

“Com a ajuda da tecnologia conseguimos colocar nove consoles. Aí descobrimos que o Brasil é um fã muito grande da Hiperkink. Descobri que os Estados Unidos estavam em primeiro e o Brasil estava em segundo, então falei para a nossa equipe que a gente devia adicionar o Master System”, disse.

O Retron 5 chega ao mercado norte-americano em 10 de dezembro e de uma a duas semanas depois ao Brasil, segundo Fulvo. Por enquanto, a companhia estima que o preço será de R$ 600.

“Mas não sabemos ainda, devido à burocracia do governo brasileiro. Pode piorar ou pode melhorar”, diz. “Mas não vai custar R$ 4 mil que nem o PlayStation 4, né”, diz o executivo, brincando com o preço do console da Sony que assustou os jogadores brasileiros. 

Nas apresentações das funcionalidades do videogame, Fulco, aliás, brinca que essa é a única diferença do Retron 5 para o PS4.

Pode-se usar os cartuchos de videogames NES, Famicon (versão japonesa do NES), Super Nintendo , Super Famicom (versão japonesa do SNES), Mega Drive, Genesis, Game Boy, Game Boy Color, Game Boy Advance e o Master System.

O controle do console não possui fio e pode ser configurado para os diversos consoles. A conexão é feita por bluetooth e responde dentro de um raio de dez metros. O videogame possui ainda entradas para os controles originais.

Em vez de botões direcionais, como os controles da maioria dos videogames que emula, o Retron 5 possui uma alavanca, similar à de aparelhos como PlayStation e Xbox, da Microsoft .

O Retron 5 também tenta solucionar o problema de rodar games antigos em TVs modernas. O Retron 5 usa entrada HDMI que transmite imagens de alta qualidade mesmo para cartuchos antigos.

Além disso, o console permite fazer capturas de telas durante o jogo, algo que já ocorre em consoles modernos. Os games poderão ainda ter sua progressão salva em um cartão de memória, dispositivo que também armazenará as imagens feitas durante as partidas.

O sistema do Retron 5 permitirá jogar os cartuchos antigos com todos as trapaças (mais comumente chamadas de "cheats" entre os gamers) disponíveis no Game Genies, espécie de lista de truques.

by: G1

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Novo Kinect será capaz de “ouvir” e diferenciar duas vozes ao mesmo tempo

Agora falta pouco: com lançamento previsto para o dia 22 de novembro no Brasil, o Xbox One está muito perto de chegar ao mercado e, a cada dia, a Microsoft anuncia mais novidades para seu console. Desta vez, quem ganhou uma atenção própria foi o Kinect 2.0: segundo a companhia, o periférico será capaz de compreender e diferenciar até duas vozes simultâneas. Segundo o vice presidente da Microsoft Phil Harrison disse em uma conferência na Eurogamer Expo, o reconhecimento de voz será feito separadamente por dois canais.

E não é só isso: além de ouvir duas pessoas ao mesmo tempo, o novo Kinect também poderá “enxergar” suas bocas se movendo até mesmo em uma sala com pouca luz, de acordo com o chefe de desenvolvimento Nick Burton.

O sensor, que desta vez será mais sensível, poderá identificar não só os movimentos do corpo humano, como também detectará batimentos cardíacos e reconhecerá gestos mais “finos”, como expressões faciais e o movimento dos dedos. Até seis pessoas poderão utilizar o periférico ao mesmo tempo.

Não precisa ter medo da falta de privacidade: embora tenha confirmado anteriormente que o sensor seria ligado a partir da presença de um usuário, e que a necessidade de conexão online constante serviria também para transferir os dados coletados no Kinect, a Microsoft voltou atrás na decisão, publicando um documento em que garante que somente será compartilhado com outros usuários aquilo que o jogador desejar: “Você determinará quão ajustável e personalizado seu Xbox One será para você e sua família durante sua instalação. Quando o Xbox One estiver online e você estiver simplesmente tendo uma conversa em sua sala de estar, essa conversa não será gravada ou uploadeada“.

Ainda falando no Kinect, a produtora divulgou que o Xbox One terá uma nova função de gravação de comentários em vídeo para partidas ou gameplays já salvos no console. A partir do Upload Studio, um aplicativo que será nativo no sistema, o usuário poderá gravar clipes do tamanho que desejar, com o auxílio da câmera do Kinect, e adicioná-los em seus vídeos salvos posteriormente.

Depois das mídias salvas, o comentário será reproduzido em cima da partida gravada, por meio do recurso PiP. Como tudo no console, o usuário poderá escolher compartilhar sua produção publicamente, bem como restringi-la aos amigos ou mesmo deixá-la em modo privado.

Os clipes serão salvos na nuvem do sistema do Xbox One e terão resolução de até 720p reproduzidos em 30 frames por segundo. As opções de compartilhar os vídeos nas redes sociais (Youtube e Facebook) estarão disponíveis a partir de 2014, conforme a Microsoft disse ao Polygon.

Xbox One: não tão querido

A título de curiosidade, embora ainda falte pouco menos de dois meses para o lançamento dos consoles da oitava geração, a agência Reuters fez uma pesquisa para medir a popularidade do Xbox One e do PlayStation 4 entre as 1.297 pessoas entrevistadas.

26% dos que responderam a pesquisa disse ter a intenção de comprar um PlayStation 4 durante os primeiros meses após seu lançamento, enquanto 15% afirmou dar preferência ao console da Microsoft. Na classificação etária dos entrevistados, num total de 408 pessoas abaixo dos 40 anos, 41% preferiu comprar o PlayStation 4, enquanto 27% optou pelo Xbox One.

O PlayStation 4 chegará ao Brasil em 29 de novembro, ainda sem preço declarado, e o Xbox One chega no dia 22 do mesmo mês, por R$ 2.199. A diferença de preço entre os dois consoles é cerca de US$ 100 na América do Norte, onde o PS4 custará US$ 399, e o Xone chegará por US$ 499.

by: TecnoBlog


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Nova versão do Dropbox para Windows e OS X envia suas screenshots automaticamente para a nuvem

O Dropbox lançou uma versão atualizada de seu cliente para Windows e OS X com um recurso muito bacana, que estava sendo testado há três meses: a partir de agora, suas capturas de telas poderão ser enviadas automaticamente para a sua conta no Dropbox, poupando tempo e esforço.

Funciona assim: quando você estiver com a nova versão e teclar PrintScreen pela primeira vez, o Dropbox se oferecerá para enviar a captura de tela automaticamente para a nuvem. No Windows, usando a combinação Ctrl+PrintScreen, um link público é copiado para a área de transferência – assim você pode compartilhar a imagem facilmente no Twitter, por exemplo.

O cliente do Dropbox para OS X, além de ganhar o recurso de upload automático de screenshots, possui uma nova funcionalidade que permitirá importar todas as fotos do iPhoto para o Dropbox, inclusive mantendo as imagens separadas em pastas.

Se o cliente do Dropbox ainda não foi atualizado no seu computador, faça o download da nova versão nesta página.

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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Conheça o Tile, um pequeno gadget que promete localizar objetos perdidos

Quem nunca esqueceu o celular ou o guarda chuva antes de sair de casa, que atire a primeira pedra. Tile é um gadget que promete acabar com esse problema. Colado ao objeto que pode ser achado facilmente com a ajuda de um iPhone, ele é um pequeno acessório, parecido com uma etiqueta, que funciona como um rastreador GPS, semelhante, por exemplo, aos apps Android Device Manager ou o Find My iPhone, usados para encontrar celulares perdidos pela Internet.

Seu funcionamento é muito interessante e bem simples: um chip integrado com sistemas de localização se comunica o tempo todo com um aplicativo para iOS. Então, o app informa ao usuário está perto ou longe do objeto que perdeu. Para alguns casos, há ainda um recurso que emite um sinal sonoro, facilitando assim achar uma carteira, uma chave, um celular ou qualquer outro item esquecido em algum lugar. Caso tudo funciona bem, o aparelho pode ser bem útil.

Uma das suas ferramentas inteligentes é a de listar algum objeto como perdido. Caso uma pessoa faça isso, todos os usuários do Tile que estiverem conectados ao aplicativo móvel em seus celulares receberão um alerta caso passem por perto daquele item. Assim, eles poderão enviar uma notificação para você saber onde está o que procura. Outra característica importante é a duração da bateria do Tile: dura até um ano e o usuário é avisado sempre que houver necessidade de substituição.

O gadget já alcançou o valor esperado de doações dos internautas para que seja fabricado e está sendo vendido, neste link , na pré-venda por US$ 18,95 (cerca de R$ 40). Mas infelizmente, ele só será entregue nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia por enquanto. Um vídeo de divulgação do produto, com dois minutos de duração, foi publicado no YouTube e demonstra melhor como ele funciona. Confira abaixo.

Via Hypeness


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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Google diz que usuários do Gmail não esperam por confidencialidade

Google afirmou, por meio de documentos entregues à Justiça dos Estados Unidos, que os usuários de seu serviço de e-mail, o Gmail, não possuem expectativa de que as mensagens enviadas e recebidas sejam confidenciais.

Segundo reportagem do jornal britânico “Guardian”, o grupo que defende o consumidor Consumer Watchdog chamou a afirmação do Google de “admissão chocante”.

“O Google enfim admitiu que não respeita a privacidade”, disse John Simpson, diretor da entidade. “Se você se incomoda com a privacidade de sua correspondência via e-mail, não use o Gmail.”

O documento do qual faz parte a declaração do Google foi apresentado à Justiça em julho. O texto consta da defesa da empresa para encerrar um processo em que a empresa é acusada de acessar o conteúdo dos e-mails para direcionar anúncios aos usuários.

Alegando que isso violaria leis de privacidade, a ação judicial, aberta em maio, afirma que a companhia não só abre e lê os e-mails como também obtém o conteúdo ilegalmente.

“Todos os usuários de e-mail devem necessariamente esperar que seus e-mails sejam sujeitos a processamento automático”, afirma o Google no documento judicial, afirmando que a acusação tenta “criminalizar práticas comuns de negócios”.

“Da mesma forma que quem envia uma carta a um parceiro de negócio não pode se surpreender se a secretária ele abrir a carta, as pessoas que usam e-mail baseado não devem se surpreender se sua comunicação for processada pelo serviço de comunicações eletrônicas do destinatário durante o processo de entrega”, escrevem os advogados do Google.

Desdenhando do argumento, Simpson diz que não espera que o carteiro leia suas correspondências.

by: G1


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Galaxy S4 ou Lumia 925? Confira o comparativo de celular da semana


Galaxy S4 é o aparelho top de linha mais potente com sistema Android . O Lumia 925é da mesma categoria que o modelo da Samsung, com sistema Windows Phone. Quem leva a melhor, o modelo Android ou a versão do Windows na Nokia? O TechTudo resolveu fazer um teste comparativo entre os dois celulares para mostrar, principalmente, suas diferenças.

O comparativo levou em conta o desempenho, sistema operacional, câmera e preço de cada modelo. Em cada categoria, um smartphone foi eleito melhor de acordo com suas especificações técnicas. Veja, depois de todos os critérios, qual é o vitorioso.

Desempenho: Galaxy S4

Os processadores dos smartphones são bem diferentes. O Galaxy está disponível em pelo menos dois modelos: O modelo I9500 tem processador octa-core Exynos 5 Octa de 1,6 GHz e um variante I9505 com quad-core Qualcomm Snapdragon 600 de 1,9 GHz. O Lumia é mais modesto, com um chip dual-core Qualcomm Krait de 1,5 GHz, potente para um aparelho de dois núcleos, mas fraco em relação ao Android.

Em relação à memória interna, o S4 também leva vantagem oferecendo as opções 16 GB, 32 GB e 64 GB, enquanto o Lumia 925 se limita aos 16 e 32 GB. Além disso, somente o Galaxy pode ter memória expandida via cartão microSD, até mais 64 GB.

A amperagem da bateria de lítio do Galaxy S4 é bem superior, com 2.600 mAh, uma vez que a bateria do Lumia 925 tem 2.000 mAh. O S4 não dura muito com as diversas funcionalidades acionadas, mas no geral leva vantagem quando comparado ao Lumia.

Tela: Galaxy S4

O Galaxy S4 possui tela de 5 polegadas e boa resolução (1920 × 1080 pixels). O display do Lumia 925 é consideravelmente menor e menos potente, com 4,5 polegadas de tela e 1280 x 768 pixels de resolução.

O tipo da tela do S4 é Pentile RGBG Full HD Super AMOLED, com material Corning Gorilla Glass 3, para evitar rachaduras. O Lumia é de AMOLED ClearBlack Touch, com Gorilla Glass 2, menos reforçada do que o aparelho Android. 

Sistema Operacional: Empate

A questão do sistema operacional vai de acordo com o gosto do freguês. O Galaxy S4 tem vários recursos extras na personalização TouchWiz e as vantagens que um sistema aberto como o Android proporciona. Além disso, vale lembrar que o Google Play, a loja de apps do sistema, está ainda muito a frente da oferecida pelo Windows Phone no que se refere a número de aplicativos. 

Apesar disso, o Windows Phone 8 ganha quando o quesito é a estabilidade. O sistema é mais leve e roda muito bem mesmo em aparelhos mais fracos - que dirá então em um top de linha como o Lumia 925. Além disso, o WP8 é um sistema mais seguro que o Android.

Vale a pena migrar do Android para o Windows Phone? Descubra no Fórum do TechTudo !

Câmera: Lumia 925 

A câmera da linha Lumia, já famosa pela qualidade, marca presença no Lumia 925. Embora o sensor tenha um número menor de megapixels - são 8,7 contra 13 megapixels do Galaxy S4 -, a câmera tem desempenho melhor no aparelho da Nokia. O smartphone faz boas fotos em diversas condições de luz, e inclusive se sai razoavelmente bem em fotos noturnas.

Isso não significa, porém, que a câmera do S4 seja ruim. Ela está entre as melhores já vistas em aparelhos Android, mas ainda é ligeriamente inferior ao conjunto oferecido pela Nokia. Se o seu foco é a gravação de vídeos, no entanto, teremos um empate: ambos os smartphones são capazes de filmar em 1080p com a câmera traseira.

O S4 só leva vantagem quando o assunto é câmera frontal. A dele tem 2 megapixels e filma também em 1080p, enquanto a do Lumia se limita a 720p com seus 1,2 megapixels.

Preço: Empate






O Lumia 925 ainda não chegou oficialmente ao Brasil, então esta é uma categoria difícil de avaliar. Lançado em junho na Europa e na China, o Lumia 925 chegou por € 469 (cerca de R$ 1.230, em conversão direta). No Brasil, o Galaxy S4 está custando em média R$ 2.300, aproximadamente. Para decidir esta questão, teremos que esperar mais um pouco.

Conclusão

O Galaxy S4 leva a melhor nessa briga, sem dúvidas. Com hardware mais potente e tela de excelência, o Lumia 925 acaba ficando em segundo plano na disputa. Apesar disso, o celular da Nokia é a melhor escolha quando falamos de fotografia, mas o S4 não fica muito atrás.

O sistema operacional, em realidade, deve ser um dos fatores para definir a compra. Caso estabilidade e simplicidade seja seu foco, vá de Windows Phone. Se os extras e as possibilidades do Android te atraem, o Galaxy S4 é a melhor escolha.



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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Impressora 3D já é vendida em lojas brasileiras, mas com preço salgado

A impressora 3D Cube chega ao mercado de varejo brasileiro em pré-venda na Saraiva. O produto custa R$6.690,00 e está disponível nas cores branca, azul, lilás e verde. A empresa também vai comercializar a matéria-prima para a impressão 3D tanto em ABS, material mais resistente, quanto em PLA, que produz objetos com mais brilho.
O equipamento oferece software para Mac e Windows, que permite criar desenhos de forma rápida. Ela já vem com 25 modelos de design prontos: de bonecos, bijuterias, peças de xadrez e palhetas de violão, até capas para celular. A matéria prima em PLA custa cerca de R$280 o quilo. A impressora produz objetos com dimensões de até 140 x 140 x 140 mm. O usuário tem 16 cores disponíveis para impressão, inclusive as que brilham no escuro.
A Cube chegou ao Brasil em abril, trazida pela Robtec em parceria com a 3D Systems. Até o mês passado, a impressora só podia ser adquirida na sede da Robtec, em São Paulo, mas agora pode ser comprada em todo o Brasil por meio do e-commerce da Saraiva. A impressora tem entrada USB, com conectividade Wi-Fi, funciona em modo Touch Screen e já vem com um cartucho de PLA e um pen drive de 2GB.
O preço ainda é salgado, mas a Robtec acredita que haverá uma boa procura pelo equipamento: “O brasileiro sempre foi um aficionado por tecnologia e ficamos contentes em ser pioneiros em trazer impressoras 3D e conceitos revolucionários ao país. A ideia é que a cultura de comprar uma máquina assim se torne comum”, explica o diretor geral da empresa, Luiz Fernando Dompieri.

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Mais de 100 mil se inscrevem para viagem sem volta a Marte

Mais de 100 mil pessoas se inscreveram para uma viagem sem volta à Marte, dentro de um projeto que pretende colonizar o planeta a partir de 2023.
As inscrições online, que ainda estão abertas até o dia 31 de agosto, fazem parte do Mars One, iniciativa liderada pelo cientista holandês Bas Lansdorp, que participou de uma conferência no último dia 9 por meio do Twitter, para responder perguntas dos candidatos e jornalistas.
Lansdorp, que confirmou o número de inscritos aos principais jornais americanos esta semana, disse que a quantidade de candidatos tende a crescer ainda mais nas próximas semanas.
“Existe um grande número de pessoas que ainda está trabalhando nos próprios perfis, decidindo se pagam ou não pela inscrição ou continuam preparando os vídeos de apresentação, preenchendo os formulários e seus currículos”, explicou Bas em entrevista à rede de TV CNN.
Os candidatos que decidem se inscrever pagam uma taxa que, de acordo com os organizadores do Mars One, ajudará a financiar o custo do projeto, orçado em Us$ 6 bilhões (ou quase R$ 14 bilhões).
O valor da inscrição, que só pode ser feita por quem tem 18 anos ou mais, varia de acordo com o país. Nos EUA a taxa é de US$ 38 (ou cerca de R$ 86), sendo que no México o valor é menor –US$ 15 (ou aproximadamente R$ 34).
Patrocínio
O site oficial do Mars One iniciou no começo do mês a exibição de um documentário –o One Way Astronaut (Astrounata sem volta)– que explica o projeto em detalhes para aqueles que se dispuserem a morar em Marte. No entanto, para assistir ao filme, o internauta também precisa pagar –US$ 2,95 (R$ 6,79) para visualização online ou US$ 4,95 (R$ 11,32) para download.
Todos os valores são justificados como doações para financiar os quase R$ 14 bilhões descritos como necessários para construir as estações para habitação em Marte, além de financiar o custo da própria viagem, que de acordo com o site da missão, levará sete meses e será “o próximo grande passo da humanidade”.
Em janeiro, o Mars One divulgou em anúncio oficial do próprio site que o Interplanetary Media Group –empresa que gerencia todos os investimentos de propriedade intelectual e mídia do projeto– também recebeu os primeiros investimentos privados cujo valor não foi divulgado. De acordo com o site da missão, o fundo irá financiar os custos de pesquisa e o processo de seleção do Mars One.
Seleção
Até agora, o site do projeto confirma ter recebido inscrições de mais de 120 países, incluindo o Brasil, EUA, China, Rússia, México,, Canadá, Colômbia, Argentina e Índia.
“O Mars One é uma missão representando toda a humanidade e seu verdadeiro espírito será justificado apenas se pessoas de todo o mundo estiverem representadas. Eu me orgulho de ver exatamente isso acontecendo”, disse Lansdorp em artigo publicado no site do Mars One.
Os futuros astronautas da missão serão escolhidos em 4 etapas.
Na primeira, a seleção é feita com base no currículo, carta de intenção e vídeo enviado pelo candidato. Na segunda fase, os candidatos devem apresentar atestado médico e físico e se encontrarão com comitês regionais da missão para entrevistas.
Na terceira etapa, o processo passa para o nível nacional, de onde sairá um candidato por país selecionado. Essa etapa será transmitida pela TV e internet em cada país participante e o público desses países decidirá o próprio representante dentre um grupo de 20 a 40 candidatos por nação.
Na etapa final, os candidatos restantes, que precisam se comunicar bem em inglês, participarão de um evento transmitido pela TV em todos os países participantes para selecionar apenas 24 astronautas.
by: F5

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Brasileiro inventor de ‘luz engarrafada’ tem ideia espalhada pelo mundo

Alfredo Moser poderia ser considerado um Thomas Edison dos dias de hoje, já que sua invenção também está iluminando o mundo.
Em 2002, o mecânico da cidade mineira de Uberaba, que fica a 475 km da capital Belo Horizonte, teve seu próprio momento de “eureka” quando encontrou a solução para iluminar a própria casa em um dia de corte de energia.
Para isso, ele utilizou nada mais do que garrafas plásticas pet com água e uma pequena quantidade de cloro.
Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas usando a “luz engarrafada”.
Mas, afinal, como a invenção funciona? A reposta é simples: pela refração da luz do sol em uma garrafa de dois litros cheia d’água.
“Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor”, explica Moser.
Moser afirma que a lâmpada funciona melhor se a boca for coberta por uma fita preta (Foto: BBC)

Ele protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d’água.
“Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota”, diz o inventor.
Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta.
“Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts”, afirma Moser.
Apagões
A inspiração para a “lâmpada de Moser” veio durante um período de frequentes apagões de energia que o país enfrentou em 2002. “O único lugar que tinha energia eram as fábricas, não as casas das pessoas”, relembra.

Moser e seus amigos começaram a imaginar como fariam um sinal de alarme, no caso de uma emergência, caso não tivessem fósforos.
O chefe do inventor sugeriu na época utilizar uma garrafa de plástico cheia de água como lente, para refletir a luz do sol em um monte de mato seco e, assim, provocar fogo.
A ideia ficou na mente de Moser que, então, começou a experimentar encher garrafas para fazer pequenos círculos de luz refletida. Não demorou muito para que ele tivesse a ideia da lâmpada.
“Eu nunca fiz desenho algum da ideia. Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo”, ressalta.
Pelo mundo
O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro. Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.

“Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?”, comemora Moser.
Carmelinda, mulher de Moser há 35 anos, diz que o marido sempre foi muito bom para fazer coisas em casa, até mesmo para construir camas e mesas com madeira de qualidade.
Mas parece que ela não é a única que admira o inventor. Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter, nas Filipinas, parece ser outro fã.
A instituição MyShelter se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.
Para levar à frente um dos projetos do MyShelter, com casas feitas totalmente com material reciclado, Diaz disse ter recebido “quantidades enormes de garrafas”.
“Enchemos as garrafas com barro para criar as paredes. Depois enchemos garrafas com água para fazer as janelas”, conta.
“Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: ‘Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados”’, relembra Diaz.
Seguindo o método de Moser, a entidade MyShelter começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. A entidade agora treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganhar uma pequena renda.
Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.
As luzes “engarrafadas” também chegaram a outros 15 países, entre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.
Diaz disse que atualmente podem-se encontrar as lâmadas de Moser em comunidades que vivem em ilhas remotas. “Eles afirmam que viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da ideia”.
Pessoas em áreas pobres também são capazes de produzir alimentos em pequenas hortas hidropônicas, usando a luz das garrafas para favorecer o crescimento das plantas. Diaz estima que pelo menos 1 milhão de pessoas vão se beneficiar da ideia até o começo de 2014.
“Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre”, enfatiza o representante do MyShelter.
“Ganhando ou não o Prêmio Nobel, queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admira o que ele está fazendo.”
Mas será que Moser imagina que sua invenção ganharia tamanho impacto? “Nunca imaginei isso, não”, diz, emocionado. “Me dá um calafrio no estômago só de pensar nisso.”
Moser criou a lâmpada durante a série de apagões que o Brasil enfrentou em 2002 (Foto: BBC)
by: G1
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