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sexta-feira, 6 de maio de 2011

MP indicia 11 jogadores pela guerra de domingo.


O Ministério Público assinou um convênio com a Justiça Desportiva do Estado e denunciou 12 pessoas pela briga generalizada que aconteceu no Estádio Serra Dourada no último domingo (1º), depois do segundo jogo entre Goiás e Vila Nova pela semifinal do Campeonato Goiano.
Os jogadores Michel Alves, Éder Lima, Roni, Betinho, Paulo César, Luís Cetin, Lázaro, Juninho e Wando do Vila Nova, além do massagista do clube, Almir Carlos de Sousa, e os zagueiros Marcão e Rafael Tolói, do Goiás, foram denunciados pela Procuradoria-Geral do Ministério Público pelo artigo 41-B do Estatuto do Torcedor (promover tumulto, praticar ou incitar a violência ou invadir local restrito aos competidores em eventos esportivos).
Segundo o procurador geral de Justiça do MP, Benedito Torres, o Estatuto do Torcedor dá uma nova possibilidade para se coibir a violência no futebol. “Na prática é o seguinte, lesão corporal, anteriormente, as partes envolvidas ninguém representava contra ninguém. Impunidade total. Agora com esse novo dispositivo eles vão responder criminalmente pelos atos praticados dentro do campo de futebol", comentou Benedito.
“Se eles (jogadores) brigam dentro do campo de futebol, lá fora também acontece isso, assim como os dirigentes esportivos também. Então o Ministério Público passa a tomar providência que dá então um posicionamento diferenciado com relação a essa situação, ou seja, chega de impunidade”, ressaltou o procurador.
Audiência
Os doze denunciados pelo Ministério Público deverão se apresentar em uma audiência preliminar que será realizada no próximo dia 20, perante o Juiz Osvaldo Rezende, do Primeiro Juizado Especial Criminal de Goiânia. Nesta reunião todas as partes serão ouvidas e será proposto um acordo para os denunciados que não tiverem antecedentes graves.
O procurador geral, Benedito Torres, revelou que as penas poderão então ser trocadas por punições alternativas e multa. “A pena, na verdade, é de um a dois anos. É de menor potencial ofensivo, ou seja, ele pode ser beneficiado através de uma multa, ou uma pena restritiva de direito. Se ele tiver maus antecedentes, ou outras situações, ele não vai poder se beneficiar dessa situação, ou seja, da substituição da pena de um a dois anos por essa de multa”, disse Benedito.
Caso um dos denunciados não tenha bons antecedentes ou não aceite o acordo que será proposto na audiência do dia 20, o Ministério Público vai abrir um processo na Justiça Comum contra o acusado.
Além das denúncias no MP, os doze jogadores também respondem a um processo na Justiça Desportiva de Goiás. O julgamento ocorre já na próxima quinta-feira (12), e os jogadores poderão pegar um gancho de 2 a 12 jogos em competição estadual.
Fonte: Portal 730

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