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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Caso Valério: alguém ou o que estaria atrapalhando a polícia?

Não discuto a capacidade da equipe que investiga a morte do cronista. Fico com um pé atrás em relação à rede de informantes que boicota o trabalho dos companheiros, contribuindo para o descrédito que compromete a imagem da Polícia Civil.

Por conta dos tais é que a desconfiança emerge e as perguntas não calam. Teriam os policiais investigado ser verdadeira a informação de que um dos imóveis próximos ao local do homicídio pertence mesmo ao Sr. Mauricio Sampaio? Afinal, ele é tido como suspeito número 01 de ser o mandante – suspeição decorrente de seus próprios atos retaliatórios ao cronista, como proibir a sua entrada no estádio Antônio Aciolly, chegando até mesmo ao barramento das equipes esportivas da PUC TV e da Rádio Jornal na cobertura cotidiana do Atlético.

Não estou aqui a acusá-lo. Tivesse eu certeza, independeria da polícia para fazê-lo. No entanto, não há como não situá-lo em tal desconforto. Não estivesse o poderoso senhor, bem como o graduado oficial da PM, na grande área, fosse outro o suspeito de ter tocado a mão na bola e o pênalti seria marcado.

Rico, influente, de posição social elevada, apenas uma vez foi chamado diante do escrivão. Idem o coronel. Nada mais a eles teria o que se perguntar? Basta uma negativa e arquivem-se as suspeitas? O “mecânico” (matador profissional) estaria preso. Esperamos o quê, senhores? Que confessem o crime? Temem o quê as autoridades policiais? A relação do tal senhor com autoridades maiores?

Blablablá

A reunião de ontem do delegado com Manoel de Oliveira, a portas fechadas e sem a imprensa, foi para informar a ele que a polícia não tem nada. Sei o tamanho da dor que tortura o velho amigo, como sei do seu desencanto quando, movido pela esperança, se depara com o nada, com o vazio, com a ausência de respostas.

Esta semana tentaremos agendar uma audiência com o ministro da Justiça, para o que peço aos amigos Cláudio Curado, do Sindicato de Jornalistas, e Romes Xavier, da Associação de Cronistas Esportivos, para fazê-lo em seus nomes.

Inadmissível que, apesar da boa vontade dos investigadores, o trabalho não avance por conta do desaparelhamento policial no trabalho de identificação de provas, da falta de condições para a ação fundamental da polícia científica. Como se não bastasse a ação nefasta dos informantes internos.

Banda podre

Quando as coisas não andam, infelizmente as dúvidas sopitam. Culpa dos maus policiais. Não os do caso Valério, abnegados. Há, sim, na Polícia Civil, uma minoria pactuada com o crime. Conluiada com especialistas em levar carros alheios para o desmanche e para a Robauto. Acumpliciada e/ou conivente com o tráfico de drogas e com homicídios.

Por que ninguém incomoda certo chefe de quadrilha conhecido no submundo do crime e nos meios policiais por “Chupeta”? Não há quem não saiba que o tal comanda o tráfico na região sudoeste da cidade. Também é cediço que tal gângster tem a seu serviço um bando de pistoleiros para os serviços de “cobrança”. Por que, então, o dito cujo não está na cadeia?

Simples. Ele sabe de todos os passos da Denarc e da Delegacia de Homicídios. Batidas, campanas, grampos, mandados judiciais etc. – tudo chega ao conhecimento dele. Há ouvidos alugados dentro da polícia.

Por que a polícia não prendeu Leandro, o Leandrinho do Goiânia Viva? Nas bocas só se fala que foi ele quem pediu a Alex Moreira, perigoso assassino conhecido pelo epíteto de Alex Pressão, que matasse um velho desafeto: Thyago Bechepeche Fernandes. Data do crime: 07 de julho de 2012. Local: Avenida Santana, Bairro Nova Olinda, Aparecida de Goiânia.

Leandrinho já teria por motivo o fato de namorar a ex-mulher e mãe de um filho de Thiago, mas a encomenda seria por conta da notícia de que a vítima teria informado aos policiais da P2 que o tal de Gilbertinho, dias antes, havia disparado contra eles. Alex matou Thyago com mais de 10 tiros. Leandrinho seria o condutor do Gol branco usado como carro de apoio ao pistoleiro. Gilbertinho estaria pilotando um Crossfox vermelho e também teria disparado alguns tiros, quando o caro da vítima parou. O condutor estava morto, tombado sobre o volante.

O mandante e o assassino continuam soltos. Informados por gente de dentro, ninguém os pega aqui fora. O nosso temor - na verdade, desconfiança mesmo - é o de que, também no caso Valério, haja alguém atrapalhando as investigações.

by: Blog do Bordoni

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