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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Laudo indica que Matsunaga teria sido decapitado vivo pela mulher


A Polícia de São Paulo entregou à Justiça o inquérito sobre a morte de Marcos Matsunaga. O laudo da perícia levanta a suspeita de que o executivo tenha sido decapitado ainda vivo pela mulher.
O inquérito entregue à Justiça levanta a hipótese de Elize Matsunaga ter mentido ao confessar o crime. O laudo revela novos detalhes sobre a morte do empresário Marcos Matsunaga. Para os peritos, Marcos estava abaixado. Elize estava de pé e atirou de cima para baixo.
Os peritos encontraram uma pequena zona de tatuagem e queimadura nas margens do ferimento. Uma indicação de que o tiro foi à queima roupa.
Durante a investigação, a polícia trabalhava com a hipótese de o tiro ter matado Marcos. Ao confessar, Elize disse que assassinou o marido, arrastou o corpo para um quarto e levou dez horas para fazer o esquartejamento. Mas, no laudo, a perícia descreve outra circunstância para a morte: Marcos morreu por traumatismo craniano, causado pela bala, e asfixia respiratória provocada por sangue aspirado devido à decapitação.
“Significa que a vítima ainda estava viva quando foi decapitada. Tomou um tiro, provavelmente em estado de coma, e nesse estado de coma foi submetido à decapitação, momento no qual houve a aspiração do coágulo. Isso tem que ficar bem claro: estou lendo um laudo, não participei da necropsia”, avalia Henrique Soares, professor de medicina legal da USP.
“Isto precisa ser melhor apurado. A questão da premeditação, mais do que nunca, agora deve ser profundamente investigado”, diz o advogado da família Matsunaga, Luiz Flávio D´Urso.
Para a polícia, a investigação acabou. O inquérito foi entregue nesta quinta-feira (14) para a Justiça, que vai decidir nos próximos dias se Elize fica ou não presa até o julgamento. Agora a polícia tem certeza de que Marcos Matsunaga foi assassinado quando já não havia empregados no apartamento.
As últimas imagens da família reunida mostram o casal com a filha e a babá. Depois, a câmera do elevador grava apenas Marcos. Agora se sabe que a babá ficou apenas 53 minutos no apartamento e foi embora antes do crime, pelo elevador de serviço.
O advogado de Elize Matsunaga, Luciano Santoro, disse que não teve tempo de analisar o laudo para se manifestar e não comentou as declarações do advogado da família de Marcos Matsunaga.
By: Globo


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