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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Perfis Legais Para Seguir #1


Estreando hoje os perfis do Instagram mais legais para serem seguidos:

A História Por Trás das Fotos

Farsas do Photoshop

Guia Viajar Melhor
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Homem processa Jennifer Lopez por lhe enviar fotos nua por e-mail

Esta parece ser uma das histórias mais curiosas dos últimos tempos no mundo das celebridades. Jennifer Lopez está sendo processada por um homem que alega que foi iludido pela cantora e atriz ao receber e-mails ousados dela em 2008.

Bom, segundo o site TMZ, a história é a seguinte: o músico Rodrigo Ruiz entrou com um processo por danos morais contra J-Lo no valor de US$ 10 mil (cerca de R$ 23,5 mil) após ter recebido diversos e-mails dela com fotos em que aparece nua e, de quebra, exigido que ele também lhe enviasse imagens ousadas. O "suborno" contou, ainda, com a cantora e atriz pedindo seus CDs demo da carreira como cantor.

Ainda de acordo com o site, o rapaz teria sido levado a acreditar que teria uma chance na indústria da música com o empurrãozinho de J-Lo ou até mesmo um romance com a musa. A farsa, entretanto, teria lhe deixado em depressão, o que teria levado Ruiz a procurar ajuda psiquiátrica.

O TMZ conseguiu trechos das mensagens que teriam sido mandadas a ele. "Só queria que você soubesse que eu me lembro, sim, de você e que estou interessada. Tenho planos de deixar meu marido [o cantor e atual ex-marido de J-Lo, Marc Anthony]. Mas não posso dizer muito agora, então por enquanto é isso. Me envie fotos suas com e sem roupas", dizia um deles.

"Aqui é Jennifer Lope te escrevendo de novo e só quero que você saiba que estou com suas músicas e demos. E quero que você me envie algumas fotos de você com e sem roupas", dizia outro, repetindo o final. Já uma terceira seria ainda mais ousada: "Aqui é Jennifer Lopez e, como você pode ver, faz um tempo que lhe escrevi, pois estou com novo namorado [o coreógrafo e atual namorado da estrela, Casper Smart] e você tem que encarar o fato que eu estou fazendo sexo com ele e chupando seu p****".

Porém, para as autoridades, nada passa de uma peça de mau gosto pregada em Ruiz e quem estaria por trás de tudo seria uma mulher de 53 anos, ainda não identificada mas que, ao que tudo indica, tinha uma queda por ele. Que novela, hein!

by: Quem



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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Rock e MPB são estilos de classes A e B; funk e gospel, de C, D e E, diz Ibope

Pesquisa divulgada na segunda-feira (28) pelo Ibope procurou traçar quais são os estilos musicais mais ouvidos no rádio, assim como o perfil dos ouvintes de cada gênero.
Segundo o estudo, que recebeu o nome de “Tribos Musicais”, o sertanejo aparece no topo da pesquisa, com 53% dos pesquisados respondendo que ouvem o gênero.
Em seguida, aparecem MPB (47%), samba/pagode (43%), forró (31%), música eletrônica (29%), gospel (29%), axé (26%), funk (17%), country (12%), clássica (11%) e jazz/blues (9%).
Os ouvintes de sertanejo e samba/pagode foram apontados como pertencentes, majoritariamente, à classe C, com 52% e 53% dos ouvintes dos estilos pertencendo, respectivamente, a essa faixa de renda.
Já os ouvintes de MPB e rock foram apontados como integrantes, principalmente, das classes A e B, com 46% dos ouvintes de MPB nessas faixas de rendas e 52% dos ouvintes de rock. Dentre estes ouvintes, 13% possuem ensino superior, maior incidência do que no caso dos demais gêneros analisados de forma específica (sertanejo, samba/pagode, gospel e funk –os demais não foram esmiuçados).
A pesquisa também aponta que 70% dos ouvintes de rock também ouve MPB, enquanto, entre os ouvintes de MPB, 42% ouve rock.
A audiência gospel e de funk foi apontada como integrante, majoritariamente, das classes C, D e E, com 71% e 72% dos ouvintes, respectivamente, nessas faixas de renda.
Segundo o estudo, 38% dos que ouvem funk também ouvem música gospel, enquanto dentre os ouvintes de música gospel, apenas 22% ouve funk.
Para 43% dos funkeiros, diz a pesquisa, o presente é o mais importante, não se planejando tanto para o futuro. Para 81% dos que ouvem música gospel, a sua própria casa é o “melhor lugar do mundo”.
A pesquisa foi feita nas “principais capitais e regiões metropolitanas do país”, segundo o Ibope.

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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Tico Santa Cruz: “A terapia me salvou”

Não vou me ater a tristeza que é a perda de uma pessoa que a gente conhece. Mas a variáveis que levam alguém a desistir desse lugar.

Por volta de 2004 estive muito próximo de por em prática o plano ir embora. Por vingança. Por acreditar que com essa atitude talvez conseguisse atingir aqueles que estavam me machucando.

Quem estava me machucando?
Eu acreditava que o mundo todo.

A Terapia me salvou. Foi onde pude colocar pra fora todas as minhas angústias, as ansiedades e as dores da alma. E perceber que eu não era vítima de nada, ou melhor estava sendo algoz de mim mesmo. Foram muitos anos seguidos de terapia para conseguir perceber que as respostas estavam dentro de mim.

Procurei os caminhos e comecei a encarar meus monstros. Alguns eu domei, outros ainda me assombram até hoje. Mas procuro administrá-los.

Tive alguns outros rompantes ao longo do caminho.
Mas por que? você pode perguntar.
- Você tem tudo que quis. Algum dinheiro, fama, mulheres, prazeres e privilégios que muitas pessoas não tem. Por que pensar em algo assim?

E as pessoas continuam achando que as questões materiais de fato sejam o suficiente para tapar os rombos na alma. Como se sucesso, fama e dinheiro, mulheres, drogas ou qualquer coisa desse tipo, fizesse com que a maneira de enxergar o mundo sem as cortinas que a maioria não percebe, não pudesse minar a sensação de que este lugar é um plano denso demais para alguns corações.

Poucos entenderão.
A segunda razão que leva alguém a decidir pegar seu caminho para longe daqui por conta própria é o desespero. É perceber que por mais esforços que você faça, nada supra os anseios alheios e aqueles que sua alma clama. E quem está mais exposto, está mais sujeito a ser perturbado. Pensamentos, imagens, desejos, sonhos, frustrações, conflitos, sentimentos de euforia e solidão que se revezam de uma forma fulminante e que vão minando seu coração.

Nós que trabalhamos com arte, e que de alguma forma conseguimos nos destacar, temos de ter a consciência de que estamos sujeitos a todo tipo de julgamento e de ataques. Assim como devemos celebrar e saber tirar do amor e do carinho dos fãs e dos admiradores algum conforto para encarar os desafios.

Não são poucos os desafios, nem tão pouco menores as cobranças.
Não somos apenas as imagens que vocês assistem nos shows, nas Tvs, nas revistas e que movem milhares de outros jovens a desejar serem como somos. Há muita dificuldade em se levar esta vida que as pessoas acreditam ser apenas de glamour.

Existem muitas inseguranças, muitas lutas, muitas e muitas frustrações. A alma dói.
“É difícil viver as verdades do mundo quando o seu coração não se sente a vontade” – certa vez escrevi em “Verdades do mundo”.

Há muita falsidade, muita mentira, muita intriga, muitos elementos que não ficam expostos. Entre a sombra e a luz, nós vamos andando e lidando com todo tipo de energia.

Tão pouco seja fácil para quem nos acompanha de perto. Família, filho e etc. Distância, saudade, pouco tempo juntos.
Aprendi a blindar meu coração, mas não estou livre de sentir.

Muitas vezes o desespero bate na minha porta. Espanca minha porta, tenta arrombar minha porta. Mas busco sempre e de alguma maneira neutralizá-lo. Aprendi na TERAPIA a criar mecanismos para isso.
- Não guardar rancor.
- Vomitar o que me faz mal internamente.
- Explodir e colocar para fora os sentimentos negativos de ódio, raiva e outros que possam me fazer mal, mesmo que isso pareça um mal no momento em que é exposto.

Tem dias que realmente você não tem vontade de sair da cama.
Sensação de cansaço, de que esse mundo é uma merda, de que grande parte da humanidade é cruel e de que não há nada concreto que possamos fazer para mudar isso.

Então você lembra que não está sozinho e tenta tirar forças para que esse sentimento profundo de tristeza não te afunde mais.
Algumas pessoas reagem melhor que outras, mas não devemos condenar ninguém.

A sensibilidade de alguns é muito mais forte do que se imagina quando se vê a imagem com cara de malvado e com uma atitude de enfrentamento. Doer a dor dos outros. Das desigualdades, das guerras, das perdas, das pessoas que nem conhecemos ou tão pouco precisaríamos nos preocupar.

Quando perdi o meu parceiro de banda. Rodrigo Netto, que foi assassinado no Rio de janeiro. O chão se abriu e a crueza do mundo ficou ainda mais latente. Minha revolta subiu ao nível máximo. Eu queria novamente me vingar desse mundo. Mas dessa vez não usando minha própria vida. Canalizei a revolta para outros caminhos. Mas estava lá o sentimento de que esse mundo não vale a pena. E entendi o que Renato Russo disse quando Versou “São meus filhos que tomam conta de mim….”

Pois bem.
O suicídio por muitos é encarado como um ato de covardia, de egoísmo, de fragilidade e pode até ser. Mas é muito fácil de julgar olhando apenas os elementos que TE RODEIAM. Muito fácil falar quando não é sua alma que está sangrando. Porque a sua vida, seja ela como for, tem razões para seguir. Nem todo dinheiro, fama, ou seja lá o que faz as pessoas condicionar a felicidade esteja atrelada a algo material que possa suprir o que cada pessoa tenha como emoção e razão dentro de si.

Não existem culpados.
A pressão que nós sofremos é muito grande. Muito maior do que imaginam aqueles que através desse novo mecanismo de comunicação que nos coloca cara a cara com com muita maldade de muita gente sem consciência e sem escrúpulo.

Pode ter certeza absoluta que isso machuca muito qualquer ser humano. Desde um garoto na escola que sofre com as brincadeiras de mal gosto de seus colegas, quanto essa corja que faz questão de invadir seus espaços para te ofender, te criticar, de humilhar muitas vezes, como se nós tivéssemos a obrigação de sermos imunes a estas colocações.

A internet e essa possibilidade de fazer contato com o amor e com o ódio das pessoas, pode sim, catalisar um processo de negação, de dor e de desespero. A exposição é muito grande.
Há quem saiba lidar com isso e há quem se sinta atingido.

Já me senti atingido muitas vezes. E não tenho medo de expor, sob a condição de que venham usar isso contra mim.
Nessa madrugada mesmo, após receber a triste notícia da perda de uma pessoa que conheci, li mensagens como:
“E agora Tico Santa Cruz, só falta você”… entre outras coisas que num momento de dor e angustia te fazer perder a crença na humanidade.

Não vou teorizar sobre o que levou o Champignon a tal decisão. Mas foi algo muito grave e muito triste. MUITA PRESSÃO. E acho que não cabe a ninguém julgar sua atitude, pois NENHUM DE NÓS jamais saberá o que esse cara estava passando.

Ao invés de dizer que ele tinha tudo e que ainda deixou sua esposa grávida. Se questionem, se ele tinha tudo e ainda deixou sua esposa grávida e um futuro pela frente, o que pode ter motivado seu ato final?

Quem sofre na alma, às vezes pode acionar a saída de emergência. E por mais egoísta que isso possa soar, julgar e condenar, não me parece uma atitude de quem se sente superior a ponto de estar em condições de dar o veredicto final.

Não existe volta. Todos nós temos momentos de dor, alguns sentem mais.

Eu decidi que não iria me entregar, mas não me sentiria um covarde se resolvesse partir. Tenho razões fortes para continuar lutando nesse plano. Mas que sinto uma grande tristeza e muitas angústias quando vejo a falta de COMPAIXÃO das pessoas de forma geral. E pobre de quem acredita que questões materiais sejam um bom motivo para justificar as decisões.
O verdadeiro motivo que nos mantém vivos é encontrar algo ou alguém que nos fortaleça nos momentos mais difíceis, e num mundo de tanta falsidade – basta um segundo e você pode perder a razão.

Lhes digo com convicção – lutem, não se entreguem, não se deixem levar pelo lado cruel das pessoas. Mas lhes digo também. Não julguem aqueles que desistiram. Vocês não são melhores ou mais corajosos que eles.

Apenas respeitem, por mais difícil que seja.
Nesse momento, a quem é do bem, a quem tem amor pelo próximo, é dedicar a sua energia boa aos amigos e a quem ficou.

Pode acreditar.
É muito mais difícil amar os outros do que expandir seu ódio e seus conceitos de superioridade.



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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Mais de 100 mil se inscrevem para viagem sem volta a Marte

Mais de 100 mil pessoas se inscreveram para uma viagem sem volta à Marte, dentro de um projeto que pretende colonizar o planeta a partir de 2023.
As inscrições online, que ainda estão abertas até o dia 31 de agosto, fazem parte do Mars One, iniciativa liderada pelo cientista holandês Bas Lansdorp, que participou de uma conferência no último dia 9 por meio do Twitter, para responder perguntas dos candidatos e jornalistas.
Lansdorp, que confirmou o número de inscritos aos principais jornais americanos esta semana, disse que a quantidade de candidatos tende a crescer ainda mais nas próximas semanas.
“Existe um grande número de pessoas que ainda está trabalhando nos próprios perfis, decidindo se pagam ou não pela inscrição ou continuam preparando os vídeos de apresentação, preenchendo os formulários e seus currículos”, explicou Bas em entrevista à rede de TV CNN.
Os candidatos que decidem se inscrever pagam uma taxa que, de acordo com os organizadores do Mars One, ajudará a financiar o custo do projeto, orçado em Us$ 6 bilhões (ou quase R$ 14 bilhões).
O valor da inscrição, que só pode ser feita por quem tem 18 anos ou mais, varia de acordo com o país. Nos EUA a taxa é de US$ 38 (ou cerca de R$ 86), sendo que no México o valor é menor –US$ 15 (ou aproximadamente R$ 34).
Patrocínio
O site oficial do Mars One iniciou no começo do mês a exibição de um documentário –o One Way Astronaut (Astrounata sem volta)– que explica o projeto em detalhes para aqueles que se dispuserem a morar em Marte. No entanto, para assistir ao filme, o internauta também precisa pagar –US$ 2,95 (R$ 6,79) para visualização online ou US$ 4,95 (R$ 11,32) para download.
Todos os valores são justificados como doações para financiar os quase R$ 14 bilhões descritos como necessários para construir as estações para habitação em Marte, além de financiar o custo da própria viagem, que de acordo com o site da missão, levará sete meses e será “o próximo grande passo da humanidade”.
Em janeiro, o Mars One divulgou em anúncio oficial do próprio site que o Interplanetary Media Group –empresa que gerencia todos os investimentos de propriedade intelectual e mídia do projeto– também recebeu os primeiros investimentos privados cujo valor não foi divulgado. De acordo com o site da missão, o fundo irá financiar os custos de pesquisa e o processo de seleção do Mars One.
Seleção
Até agora, o site do projeto confirma ter recebido inscrições de mais de 120 países, incluindo o Brasil, EUA, China, Rússia, México,, Canadá, Colômbia, Argentina e Índia.
“O Mars One é uma missão representando toda a humanidade e seu verdadeiro espírito será justificado apenas se pessoas de todo o mundo estiverem representadas. Eu me orgulho de ver exatamente isso acontecendo”, disse Lansdorp em artigo publicado no site do Mars One.
Os futuros astronautas da missão serão escolhidos em 4 etapas.
Na primeira, a seleção é feita com base no currículo, carta de intenção e vídeo enviado pelo candidato. Na segunda fase, os candidatos devem apresentar atestado médico e físico e se encontrarão com comitês regionais da missão para entrevistas.
Na terceira etapa, o processo passa para o nível nacional, de onde sairá um candidato por país selecionado. Essa etapa será transmitida pela TV e internet em cada país participante e o público desses países decidirá o próprio representante dentre um grupo de 20 a 40 candidatos por nação.
Na etapa final, os candidatos restantes, que precisam se comunicar bem em inglês, participarão de um evento transmitido pela TV em todos os países participantes para selecionar apenas 24 astronautas.
by: F5

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sábado, 10 de agosto de 2013

Filipino compra Ferrari de R$ 3 milhões para ter direito de comprar outra mais cara

Muita gente já fez várias loucuras para comprar um carro, não é mesmo? Mas certamente poucos compraram uma Ferrari só para ter o direito de comprar uma outra. Sim, isso mesmo!

O fato curioso aconteceu com um milionário asiático que, por questões óbvias, não teve sua identidade divulgada.

Segundo um funcionário de uma concessionária revelou ao Top Gear Philippines, o milionário filipino comprou uma Ferrari F12 Berlinetta por R$ 3 milhões porque esta seria o jeito dele adquirir o mais recente lançamento da montadora, uma LaFerrari, que custa cerca de R$ 4 milhões e possui apenas 499 unidades produzidas.

Acontece que a Ferrari só vende este modelo para cliente VIP quem têm, acredite, pelo menos, cinco unidades da marca na garagem.

Para quem não sabe, a LaFerrari, que você vê abaixo, chega a 100 km/h em espantosos 3 segundos.

by: Ig


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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Ozzy Osbourne diz que baterista está ‘gordo demais’ para o Black Sabbath

Depois de afirmar que Bill Ward simplesmente não sabe mais tocar bateria, Ozzy Osbourne disse agora que a forma física do músico foi um importante fator para barrar sua participação na turnê de reunião do Black Sabbath . 

“Não acho que ele conseguiria tocar, pra ser sincero. Ele está incrivelmente acima do peso. Um baterista precisa estar em forma. Ele já teve dois ataques cardíacos. Não quero ser responsável por sua vida”, disse o vocalista ao site do New York Daily News. 

Ward foi o único integrante da formação original a não participar da reunião da banda e também foi substituído nas gravações do disco “13”, lançado em junho deste ano. 

Em maio, Osbourne já havia reclamado do baterista, mas na época alegou que ele não conseguia mais tocar. “Olhamos pro Bill e ele não conseguia se lembrar de que p* estávamos fazendo”, contou em uma entrevista à revista “Mojo”. 

Na ocasião, ele revelou ainda que Ward colou diversos bilhetes em seu kit de bateria, admitindo que não sabia mais o que fazer. “Sabe aquelas notinhas amarelas adesivas? Ele as tinha espalhado por todo seu maldito kit”, entregou.
by: G1
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Bebês amamentados por mais tempo se tornam mais inteligentes

Um estudo publicado nesta segunda-feira reforça a ideia de que a amamentação não só faz bem à saúde física do bebê, como contribui também para o seu desenvolvimento intelectual. Segundo a pesquisa, feita no Hospital Infantil de Boston, nos Estados Unidos, quanto mais tempo uma criança é amamentada, melhor será, ao longo da infância, o seu desempenho em testes que avaliam aspectos da cognição — como aquisição da linguagem, por exemplo.

O trabalho, divulgado no periódico JAMA Pediatrics, foi feito com 1.312 gestantes. Após o parto, os seus bebês foram acompanhados até completarem sete anos de idade. As crianças realizaram diferentes testes cognitivos quando tinham três e sete anos de idade — a cognição é um conjunto de processos mentais usados no pensamento, na percepção, na classificação, no reconhecimento, na memória, no juízo, na imaginação e na linguagem.

Pontuação alta — De acordo com o estudo, as crianças que foram amamentadas durante mais tempo obtiveram as maiores pontuações em um teste de vocabulário feito quando tinham três anos de idade. Elas também se saíram melhor em um teste de inteligência verbal e não verbal aos sete anos. A pesquisa mostrou que cada mês a mais de amamentação aumentou progressivamente a pontuação das crianças nesses testes.

Por exemplo, a média das crianças de três anos de idade em testes de linguagem foi de 103,7 pontos. No entanto, uma criança que foi exclusivamente amamentada por seis meses obteve, em média, três pontos a mais na nota do teste em comparação com uma criança que não havia sido amamentada. O trabalho não encontrou, porém, relação entre a duração do aleitamento materno e melhores resultados nos testes de memória e aprendizado.

“O problema, atualmente, não é tanto que muitas mulheres não iniciam a amamentação, mas sim que a maioria não a mantém. Nos Estados Unidos, 70% das mulheres iniciam o aleitamento materno, mas, aos seis meses de vida do bebê, apenas 35% continuam amamentando”, disse Dimitri Christakis, pesquisador do Instituto de Pesquisa do Hospital da Criança de Seattle, em um editorial que acompanhou o estudo.

Na conclusão da pesquisa, os autores afirmam que esses resultados reforçam a recomendação de que a criança seja alimentada exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida, e que continue sendo amamentada até um ano de idade. “Nós devemos fazer o que for preciso para ajudar as mulheres a manter a decisão de amamentar”, diz Mandy Belfort, coordenadora do estudo.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Infant Feeding and Childhood Cognition at Ages 3 and 7 Years​

Onde foi divulgada: periódico JAMA Pediatrics

Quem fez: Mandy Belfort, Sheryl Rifas-Shiman, Ken Kleinman, Lauren Guthrie, David Bellinger, Elsie Taveras, Matthew Gillman e Emily Oken

Instituição: Hospital Infantil de Boston e Universidade Harvard, ambos nos Estados Unidos

Dados de amostragem: 1.312 mães e seus filhos

Resultado: Crianças amamentadas durante mais tempo se saíram melhor em testes cognitivos que avaliam a linguagem e a inteligência verbal e não verbal.

by: Veja

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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Os 15 piores plágios de filmes famosos



A empresa The Asylum é famosa pro criar os “mockbusters”, filmes de baixos orçamentos lançados diretor para DVD “que pegam caronas’ (leia-se plagiados) em blockbusters hollywoodianos. A mais recente vítima da produtora é o esperado “Circulo de Fogo (Pacific Rim)”, novo filme deGuillermo del Toro. Confira abaixo o trailer desta pérola e a lista dos 15 piores filmes plagiados pela The Asylum.

 

Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros

abraham-lincoln-vs-zombies

Depois da Terra

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Prometheus

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Thor

almighty-thor

 

Battleship – A Batalha dos Mares

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A Batalha de Los Angeles

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Garotas Perigosas

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O Hobbit –  Uma Jornada Inesperada

clash-of-the-empires-formerly-age-of-the-hobbits

 

  Jack, O Caçador de Gigantes

jack-the-giant-killer

 

 

Atividade Paranormal

paranormal-entity

 

 

John Carter

princess-of-mars

 

 

O Dia em que a Terra Parou

the-day-the-earth-stopped

 

 

Terra dos Perdidos

the-land-that-time-forgot

 

 

Transformers

transmorphers

 

 Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

indicana-jones

 

Fonte: businessinside


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quinta-feira, 11 de julho de 2013

STF nega pedido de retomada das atividades da Telexfree

O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello negou nesta quarta-feira (10) pedido de grupo de divulgadores da empresa Telexfree, no Paraná, pela retomada das atividades da empresa, suspensas desde junho por decisão a juíza Thaís Borges, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco.
A empresa está sendo investigada pelo Ministério Público em vários estados, por suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira, considerado crime contra a economia popular.
Segundo o MP, a Telexfree utiliza como “disfarce” um tipo de estratégia empresarial conhecido marketing multinível, quando ocorre a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendores independentes que faturam em cima do percentual de vendas.
Os divulgadores afirmam que a decisão da justiça do Acre fere seu direito “líquido e certo” de receber pagamentos devidos pela empresa, de acordo com os contratos firmados. Outro argumento é de que a empresa “honra com seus compromissos” e não há ainda provas de que tenha cometido qualquer irregularidade.
Para o grupo, não há motivos para a suspensão total das atividades e seria suficiente apenas impedir o cadastramento de novos contratantes ou nomear um interventor.
“Os danos enfrentados pelos impetrantes [divulgadores] e demais contratantes da empresa pela malsinada decisão judicial são de difícil, senão impossível reparação, prejudicando sobremaneira a esfera patrimonial e reputação dos impetrantes, como da própria empresa”, afirma o grupo de divulgadores.
Na decisão, o ministro afirma que o STF não tem competência para julgar um mandado de segurança contra uma decisão de outro tribunal. Segundo Celso de Mello, o pedido deveria ter sido feito ao Tribunal de Justiça do Acre.
“A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal tem reafirmado a competência dos próprios Tribunais para processar e julgar, em sede originária, os mandados de segurança impetrados contra seus atos e omissões”, justificou o ministro.
A decisão foi dada pelo ministro Celso de Mello, que ocupa temporariamente a presidência no recesso, enquanto o ministro Joaquim Barbosa retorna de um evento, na Holanda, que reuniu ministros de Supremas Cortes de todo o mundo.
A Telexfree trabalha com a prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet). O modelo de trabalho da empresa considerado ilegal se baseia na venda de pacotes a “divulgadores”, que compram e revendem contas e “recrutam” novos revendedores. Para tornar-se um divulgador, o interessado precisa pagar uma taxa de adesão e comprar os pacotes de contas, que custam a partir de US$ 289.
by:  G1

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Silicone nos seios explode após chinesa jogar 4 horas no celular

Em Pequim, na China, uma mulher precisou ser levada às pressas ao hospital e ficar internada depois que seus implantes de silicone nos seios explodiram, depois que a chinesa passou mais de quatro horas deitada jogando em seu smartphone.

De acordo com a agência de notícias “Xinhua News”, a mulher, identificada como “Xiao Ai”, havia feito a cirurgia de aumento dos seios há cinco anos, e estava em casa de bruços jogando seu iPhone. A mulher teria sentido muita dor após cerca de quatro horas, e foi levada ao hospital, onde descobriu que os implantes haviam rompido.

Os médicos disseram que o acidente ocorreu devido à grande quantidade de pressão exercida nas bolsas de silicone, mas que a mulher não corre risco de morrer. A equipe médica disse ainda que nunca havia atendido um caso parecido, e que desconfia da qualidade dos implantes.

by: G1


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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Fé e fofoca

Um dos meus livros prediletos é Os miseráveis, de Victor Hugo, do século XIX. Creio que um dos trabalhos mais apaixonantes da minha vida foi traduzi-lo e adaptá-lo para jovens. Uma das passagens mais marcantes, descrita em detalhes no original, fala do poder da fofoca.
Fantine é mãe solteira e deixou sua filha, a menina Cosette, aos cuidados de um casal, a certa distância da cidade onde se fixou. Trabalha como operária e envia quase tudo o que ganha para o sustento da menina. Só que não sabe ler e escrever. Recorre a um profissional para redigir suas cartas e ouvir as respostas. As colegas de trabalho desconfiam. Para quem tantas cartas, afinal? Convencem o homem que as escreve não a revelar seu conteúdo – ele é discreto –, mas a fornecer o endereço para onde são enviadas. Uma delas, então, viaja às próprias custas para apurar a história. Volta com a satisfação de “saber de tudo”. Conta o que sabe para todas.
Estigmatizada numa época em que ser mãe solteira era uma desonra, Fantine briga com as outras. É demitida por moralismo. Acaba nas ruas como prostituta. Quem leu o livro, viu algum dos filmes ou versões teatrais inspirados na obra sabe que ela vende os dentes e cabelos para depois morrer tragicamente. Onde começou toda a sua via-crúcis? Na curiosidade sobre a vida alheia.
Acredito que a fofoca é maléfica. É fundamentada no preconceito. Tem o poder de destruir vidas. Em sua primeira peça de teatro, em 1934, a escritora americana Lilian Hellman (1905-1984) aborda o tema. A peça, The children’s hour, foi sucesso na Broadway e ganhou versão cinematográfica com as estrelas da época, Audrey Hepburn e Shirley MacLaine.
Aqui no Brasil, o filme ganhou o título de Infâmia. (Procurem, vale a pena ver.) Narra a história de duas mulheres, sócias fundadoras de uma escola infantil nos Estados Unidos. Uma aluna as acusa de ter uma relação homossexual. Não têm, de fato. Mas a avó da garota espalha a fofoca na comunidade. Perdem os alunos, quebram financeiramente e, finalmente, uma delas se suicida.
Histórias como essa são frequentes. No mundo artístico, encontro jovens que deixaram a cidade distante onde viviam, porque não suportavam mais os falatórios. Certa vez, em visita à pequena Bernardino de Campos, interior de São Paulo, onde nasci, conversei com um rapaz de cabelos pintados de verde, num estilo meio punk, cuja família se mudara para lá. Fazia faculdade, mas queria voltar a São Paulo, onde trabalhava como motorista. Eu me espantei:
– Prefere o trânsito de São Paulo a terminar um curso universitário, ter uma carreira?
– Aqui, meu cabelo virou até notícia na rádio – respondeu ele.
Por que falo sobre tudo isso?
Sim, sei que a proposta de “cura gay”, do deputado Marco Feliciano, já foi muito comentada. Seria chover no molhado dizer quanto isso nos ridiculariza internacionalmente, já que a Organização Mundial da Saúde não classifica a homoafetividade como doença e, portanto, não se trata de algo a curar. Mas quero olhar a questão por outro ângulo. Todo esse movimento liderado por Feliciano, entre os evangélicos, e pela deputada Myrian Rios, como católica carismática, entre outros, não pode ser confundido com fé. É uma enorme curiosidade pela vida alheia. Como fofoca transformada em questão política.
Convivo com esse tipo de comportamento não é de hoje. Tenho uma tia que frequenta a igreja Assembleia de Deus. Nunca corta os cabelos, devido a uma interpretação do Velho Testamento, em que eles são descritos como “véu da mulher” – embora nada proíba Feliciano de depilar as sobrancelhas. Adolescente, eu morava em Marília, interior de São Paulo. Uma jovem evangélica da Assembleia deixou de ser virgem. A fofoca se espalhou no templo. A moça foi expulsa publicamente da igreja. Não é o primeiro preceito cristão acolher os pecadores?
Normatizar a vida dos fiéis é exercer poder sobre eles. Esse poder é exercido pela fofoca entre os membros da comunidade religiosa, que passam a controlar o comportamento uns dos outros. Trazer esse tema, da igreja, para a política, é um acinte para a sociedade. Quanto mais se fala em “cura gay”, mais cresce o preconceito. E o preconceito estimula a fofoca, o controle sobre o comportamento alheio. É um risco para quem acredita nas liberdades individuais. Inevitavelmente surgirão novas vítimas, como a Fantine de Victor Hugo.
By: Época


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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Paciente com leucemia se casa em hospital: ‘Realização de um sonho’

Uma celebração mudou a rotina da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia neste domingo (9). O hospital realizou o casamento da paciente Valmina Nascimento, de 43 anos, com o mecânico Wesley José Pereira, 40 anos. Funcionários e voluntários fizeram uma campanha para conseguir realizar a festa, que emocionou os demais internos.

“É a realização de um sonho”, disse Valmina aoG1, após oficializar a união de 17 anos com o companheiro, com quem tem três filhos. Valmina está internada no hospital desde o dia 19 de março, quando recebeu o diagnóstico de leucemia. Ela ficou durante um mês na UTI, mas reagiu bem ao tratamento e agora está em um quarto do 2º andar da unidade, onde foi celebrado o casamento.

Valmina falou pouco e ficou a maior parte do tempo sentada. Por causa do tratamento, a cerimônia precisou ser rápida para os padrões de um casamento, cerca de meia hora. Mas teve tudo que um casamento tem direito: padrinhos, florista, porta-aliança e um casal de noivos emocionados.

Paciente passou maior parte da cerimônia sentada (Foto: Gabriela Lima/G1)

Filho mais novo do casal, Douglas Pereira, de 7 anos, participou da cerimônia e levou uma Bíblia ao altar. Os dois filhos mais velhos não estiveram presentes. A celebração contou com parentes e amigos. Funcionários e pacientes do hospital se agrupavam nas laterais e nos corredores para presenciar o momento.

Mesmo cansada, a noiva fez questão de jogar o buquê, que acabou caindo nas mãos da enfermeira Lílian Jerônimo, de 25 anos. “Todo casamento que eu vou eu pego o buquê. Mas esse é diferente”, comemorou Lílian.

A ideia de organizar a cerimônia surgiu do serviço de psicologia da Santa Casa. “O psicólogo perguntou o que a gente mais tinha vontade de fazer e a gente falou que era casar”, relata Wesley. Muito emocionado, o noivo disse ter se surpreendido com a mobilização do hospital: “É um carinho muito grande que eles estão demonstrando por ela”.

“A realização de um sonho traz emoções positivas e pode ser terapêutica, contribuir para o tratamento”, explica Cristiane Dias, uma das psicólogas da equipe.

Solteiras disputaram o buquê, que caiu nas mãos de um enfermeira (Foto: Gabriela Lima/G1)

Voluntários

Há uma semana, os preparativos da festa ganhou um reforço de peso: o Grupo Alegria, composto de jovens que fazem trabalhos voluntários em hospitais.

“Todo domingo a gente vem para a Santa Casa. Na semana passada, ficamos sabendo do casamento e decidimos participar”, disse ao G1 a consultora de vendas Ramila Guedes, 21 anos. A voluntária fez a maquiagem da noiva.

Outra integrante do grupo, Alana Soares Sousa, 22 anos, foi a porta-alianças. Ela contou que o grupo fez uma campanha no Facebook e conseguiu, em menos de uma semana, arreacadar presentes como roupas de cama e peças para a cozinha do casal. As voluntários entregaram os presentes aos noivos no fim do casamento.

O Grupo Alegria também providenciou peruca, luvas e buquê. Valmina ganhou duas tiaras, uma de flores e outra de strass. Na hora de escolher uma delas, não teve dúvidas. “Quero ir de princesa”, disse a noiva, decidida. O vestido ficou por conta da equipe médica.

Todos os preparativos foram acompanhados de perto pela sogra de Valmina, a costureira Glória José Pereira, 57 anos. Ela conta que o filho e a nora se prepararam para casar várias vezes durante os 17 anos de união, mas nunca havia dado certo. Na hora do “sim”, ela não conteve as lágrimas: “Estou sentindo uma emoção que nunca senti na minha vida”.

Como Wesley é evangélico, um pastor fez a celebração. “Para mim foi algo surpreendente. Considero providência de Deus proporcionar um momento tão especial. É motivo de muita alegria fazer parte dessa festa. É algo que ficará marcado na minha vida e mostra que, de tudo, o que fica é o amor”, disse ao G1 o pastor Braz Modesto de Araújo Jr.

Valmina continuará na Santa Casa de Misericórdia. Segundo o coordenador do serviço de psicologia do hospital, Roberto Ribeiro de Moura, apesar de estar respondendo bem à quimioterapia, a paciente apresentou uma infecção pulmonar e ficará internada até a melhora do quadro.

Voluntários do Grupo Alegria ajudaram a realizar o sonho de Valmina (Foto: Gabriela Lima/G1)
by: G1

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